POLÍCIA FEDERAL
PF deflagra Operação Ágata Oeste II em combate à extração ilegal de ouro em terra indígena no Mato Grosso
Cáceres/MT. A Polícia Federal, em ação conjunta com o Exército Brasileiro, Força Aérea Brasileira, Polícia Rodoviária Federal, Ibama e Funai, deflagrou, na última terça-feira (10/9), a Operação Ágata Oeste II, em combate à extração ilegal de ouro e à usurpação de bens da União, bem como a desocupação de áreas invadidas por garimpeiros, na Terra Indígena Sararé/MT.
No decorrer da operação, houve a apreensão de uma moto, 100 gramas de ouro, joias, equipamentos de garimpagem, além de cerca de R$ 2,5 mil, resultando na prisão em flagrante de um homem por usurpação de bem da União e crime ambiental. O indivíduo extraía recursos minerais sem autorização dos órgãos competentes.
As ações também envolveram a destruição e/ou inutilização de motores estacionários e quatro escavadeiras, em virtude de estarem em locais de difícil/impossível remoção, no interior da terra indígena.
As ações de desintrusão dos invasores e as investigações relacionadas à extração ilegal de ouro têm se intensificado cada vez mais, visando sobretudo à proteção dos povos originários e do meio ambiente.
Após o encerramento das atividades em campo, as investigações prosseguirão, a fim de identificar os financiadores da atividade ilegal e descapitalizar as organizações criminosas ali presentes.
Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso
Contato: (65) 99218-6164
E-mail: [email protected]
Fonte: Polícia Federal
POLÍCIA FEDERAL
PF deflagra operação contra fraudes em levantamentos de precatórios no DF
Brasília/DF. A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (29/4), a Operação Fides Corrupta, com o objetivo de apurar fraudes em levantamentos de valores vinculados a depósitos judiciais no Distrito Federal.
Na ação, são cumpridos três mandados de busca e apreensão em endereços de investigados, entre eles dois advogados e um empregado da Caixa Econômica Federal. As investigações tiveram início após a comunicação de saque irregular por uma das vítimas.
Até o momento, foram identificados 52 levantamentos de depósitos judiciais com indícios de fraude, todos atribuídos ao mesmo grupo, com prejuízo superior a R$ 1,5 milhão. Também foi determinado o bloqueio judicial de valores vinculados aos investigados, até o limite do prejuízo apurado.
Os investigados poderão responder pelos crimes de estelionato qualificado, falsificação de documentos, inserção de dados falsos em sistema, falsidade ideológica, uso de documento falso e associação criminosa. As investigações prosseguem para identificar outros possíveis envolvidos.
Comunicação Social da Polícia Federal no Distrito Federal
Contato: (61) 2024-7557 / 2024-7666
Fonte: Polícia Federal
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