POLÍCIA FEDERAL

PF combate a circulação de notas falsas na serra catarinense

Lages/SC. A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (3/9) a Operação Illusio para apurar o crime de circulação de notas falsas de real em cidades da serra e do meio-oeste catarinense. Na ação, a PF cumpre dois mandados de busca e apreensão nas cidades de São José do Cerrito/SC e Erval Velho/SC.

As investigações tiveram início este ano com a apreensão de notas falsas que estavam sendo postas em circulação no comércio da cidade de São José do Cerrito. Foi constatado, também, que o mesmo tipo de dinheiro falso foi utilizado para pagamento em negociações de veículos usados de baixo valor que eram revendidos na região serrana.  

As medidas judiciais cumpridas hoje objetivam levantar provas sobre os crimes praticados, apreender outros bens relacionados aos ilícitos e desmantelar o grupo por trás dessas práticas criminosas.

O inquérito policial segue em curso, e os investigados poderão ser indiciados pela prática dos crimes de moeda falsa e associação criminosa, cujas penas máximas somadas podem chegar a 15 anos de prisão.

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Comunicação Social da Polícia Federal em Lages/SC
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(49) 3251-6200
@pfsantacatarina

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF deflagra segunda fase de operação para apurar suposto desvio de recursos públicos na UFF

Niterói/RJ. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (2/7), a segunda fase da Operação Quadro Negro, com o objetivo de aprofundar investigação relacionada a suposto esquema de desvio de recursos públicos destinados à Universidade Federal Fluminense (UFF).

Foi cumprido um mandado de busca e apreensão no município do Rio de Janeiro, expedido pela 2ª Vara Federal de Niterói. Durante as diligências, foram apreendidos documentos e um disco rígido (HD).

As investigações apuram suposto esquema de corrupção, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e organização criminosa em prejuízo da UFF, com prejuízo estimado em aproximadamente R$ 9,6 milhões. Segundo as apurações, servidores e representantes de empresas contratadas pela universidade teriam atuado em conluio para viabilizar pagamentos irregulares e ocultar a destinação dos recursos.

Nesta fase, a Polícia Federal busca esclarecer a atuação de empresa que, em tese, teria assumido a intermediação financeira do esquema após a interrupção dos repasses anteriormente identificados, com indícios de continuidade das atividades investigadas até 2019.

Os fatos apurados podem caracterizar, em tese, os crimes de peculato, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

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Comunicação Social da PF no RJ
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Fonte: Polícia Federal

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