MATO GROSSO

Sedec atua na seleção de influenciadores digitais para divulgar a FIT Pantanal

Uma comissão formada por membros da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), via Secretaria Adjunta de Turismo, e da organização da Feira Internacional de Turismo (FIT Pantanal) vão selecionar influenciadores digitais para a promoção e divulgação do evento, que será realizado de 30 de maio a 2 de junho, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá.

Os influencers interessados em participar da seleção devem encaminhar o mídia kit com as métricas atualizadas até sexta-feira (10.05) para o e-mail [email protected]. A contratação é restrita aos influenciadores residentes no Estado de Mato Grosso, abrangendo os quatro polos: Amazônia, Pantanal, Cerrado e Araguaia.

Entre os critérios estão ter mais de 10 mil seguidores na rede social inscrita (YouTube, Instagram, Facebook e Tik Tok), desenvolver conteúdo relacionado a turismo (viagem, lifestyle, restaurantes, rotas de cachoeiras, hospedagem), além de contar com público misto entre homens e mulheres de todas as faixas etárias.

Serão selecionados 16 influenciadores e o cachê será no valor de R$ 2,5 mil. O pagamento será feito pela organização da FIT Pantanal e intermediada pela Sedec, responsável pela seleção dos interessados.

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Os influenciadores selecionados devem fazer chamada nos stories no dia do evento, sendo um com flyer do evento e dois fazendo o convite, um vídeo no formato de reels, sequência de stories dentro do evento. Também é necessário participar por pelo menos 1h30 no evento, mostrando uma geral da feira e seus atrativos.

O conteúdo deve ser postado nas redes sociais do influencer e postados no Instagram em formato de collab com o Descubra Mato Grosso e FIT Pantanal.

Mais informações pelo Whatsapp (65) 9 9993-2875.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

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Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

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Fonte: Governo MT – MT

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