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Sugestão de Pauta: Prefeitura de Cuiabá  entrega Parque da Mulher na região do Santa Rosa nesta sexta-feira (5), às 19h

A Prefeitura de Cuiabá, via Secretaria Municipal de Obras, em conjunto com a Secretaria Municipal da Mulher e o apoio do Núcleo de Apoio à Primeira-dama, inaugura, nesta sexta-feira (5), às 19h, no bairro Santa Rosa, o Parque da Mulher, uma das mais de 220 praças e parques entregues pela administração do prefeito Emanuel Pinheiro.

O espaço conta com 10.440 m² de área construída, com 26 bancos, 01 playground, 01 quadra de vôlei/beach tennis, 02 estações de ginástica, 01 praça de Food Truck, lago e o tradicional “Parcão”, uma área planejada para pets e seus tutores. 

Além disso, o parque terá área de vegetação arbórea, calçada de 3 metros, de 2 metros para caminhada e capacidade de 28 vagas para estacionamento.

O espaço levará o nome da ex-primeira-dama de Cuiabá, Zulmira Meirelles, indicado pela primeira-dama Márcia Pinheiro. Ela foi casada com o coronel José Meirelles, que esteve à frente da Prefeitura de Cuiabá na década de 90.

Também foi fundadora da creche São Francisco de Assis, a primeira do estado de Mato Grosso, e foi pioneira em grandes ações da então Secretaria de Bem-Estar Social.

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“Nós pensamos no nome dessa grande mulher que fez muito pelo social e pelas crianças nos anos 90. Queremos homenageá-la e a toda a sua família com o nome do parque. Pensamos especialmente em um espaço que terá todo esse cuidado com as crianças, com áreas de lazer, e as nossas mulheres com espaços específicos”, explicou.

Serviço:

Assunto: Inauguração do Parque da Mulher (Zulmira Meirelles)

Quando: 05.04 (sexta-feira)

Horário: 19h

Local: Av. Portugal, bairro Santa Rosa

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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CUIABÁ

Secretário esclarece aplicação de 26% na Educação e explica diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal

O secretário de economia da Prefeitura de Cuiabá, Marcelo Bussiki, esclareceu que cumpriu e superou o percentual mínimo constitucional de investimentos em Educação no exercício de 2025, alcançando aplicação de 26,1% da receita vinculada ao setor, índice acima dos 25% exigidos pela Constituição Federal. Só em 2026, já foram pagos R$ 36,5 milhões de restos à pagar.

Os dados já haviam sido apresentados oficialmente à Comissão de Educação da Câmara Municipal pelo secretário de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo contador-geral do Município, Éder Galiciani, durante reunião realizada neste ano, quando foram detalhados os números da execução orçamentária da Educação.

A manifestação ocorre após declarações do ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, que voltou a questionar os resultados apresentados pela atual gestão e sugeriu a existência de irregularidades relacionadas aos investimentos da pasta.

A Prefeitura esclarece que os valores citados pelo ex-secretário referem-se a restos a pagar, instrumento legal previsto na administração pública e regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os restos a pagar correspondem a despesas que foram empenhadas e registradas dentro do exercício financeiro, mas cujo pagamento pode ocorrer no ano seguinte.

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A administração municipal destaca que essa situação é comum na gestão pública e não configura qualquer irregularidade. Todas as despesas da Educação foram devidamente registradas nos sistemas contábeis do município e constam dos demonstrativos oficiais encaminhados aos órgãos de controle.

A Prefeitura também esclarece a diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal. Pedalada fiscal ocorre quando despesas ou obrigações financeiras deixam de ser registradas oficialmente na contabilidade pública, ocultando a real situação das contas do ente público. Já os restos a pagar são despesas reconhecidas, empenhadas e contabilizadas regularmente, permanecendo registradas até sua quitação.

Dessa forma, não houve qualquer ocultação de despesas na Educação. Os valores pendentes estavam devidamente lançados na contabilidade municipal, em conformidade com a legislação vigente.

A própria aplicação dos recursos da Educação foi defendida pelo então secretário Amauri Monge quando ainda comandava a pasta. Em prestação de contas realizada na Câmara Municipal, ele afirmou que o município havia investido 26,1% em Educação durante 2025, acima do percentual mínimo exigido pela Constituição Federal.

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Na ocasião, Monge declarou que os valores empenhados estavam corretamente registrados e que os restos a pagar encontravam-se dentro da legalidade, afastando qualquer irregularidade na execução orçamentária da pasta.

Além do cumprimento do índice constitucional, a Prefeitura ressalta que despesas importantes para o funcionamento da rede municipal, como parte da alimentação escolar, são custeadas com recursos próprios e não integram o cálculo do percentual mínimo exigido pela Constituição.

A administração municipal reforça que todos os dados permanecem à disposição dos órgãos de controle, da Câmara Municipal e da sociedade, reafirmando o compromisso com a transparência, a responsabilidade fiscal e a correta aplicação dos recursos destinados à Educação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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