MATO GROSSO
Candidatos para o curso de Libras devem confirmar inscrição presencialmente no Casies
Os inscritos em público geral deverão apresentar documento de identificação com foto, comprovante de conclusão do ensino médio válido e assinar formulário de confirmação. Já para os profissionais de educação, será necessário apresentar comprovante de vínculo e preencher formulário de confirmação de inscrição via e-mail institucional.
A não confirmação da inscrição dentro do prazo estabelecido acarretará no cancelamento automático da participação no curso de Libras. Não serão aceitas solicitações de confirmação após o dia 14 de março. A secretaria do Casies fica anexa à Escola Estadual Professor Antônio Cesário de Figueiredo Neto, localizada na rua Travessa Francisco de Siqueira, nº 195, bairro Bandeirantes.
A lista com a relação final dos inscritos aprovados estará disponível na sexta-feira (15.03) a partir das 17h, no site do Casies – acesse AQUI. Conforme o edital, o Casies não se responsabilizará por inscrições não recebidas por contratempos pessoais.
São 400 vagas, sendo 60% destinadas para profissionais da educação, incluindo professores, gestores educacionais e demais profissionais da área. Outras 40% das vagas são abertas para toda comunidade, que foram preenchidas em três horas de abertura das inscrições.
Há ainda 50% de cadastro reserva, destinado para as últimas pessoas que se inscreveram e não conseguiram garantir uma vaga. Caso haja desistência, esses candidatos serão chamados por ordem de inscrição.
As aulas serão presenciaIs com duração de três horas, a partir de 18 de março até 12 de julho de 2024. No final, serão contabilizadas 50 horas no certificado. O objetivo do curso é capacitar profissionais da educação e comunidade na comunicação por meio da Libras.
Para tirar mais dúvidas, acesse o edital AQUI.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Politec conclui que incêndio em prédio da prefeitura não teve origem criminosa
A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.
Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.
No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.
Conforme o perito oficial criminal Augusto César de Figueiredo, os exames não permitiram identificar o que pode ter provocado o fenômeno termoelétrico, que segundo a literatura pericial pode estar relacionado à sobrecarga elétrica, curto-circuito, ou descarga elétrica contínua.
“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.
Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.
No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.
Fonte: Governo MT – MT
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