CUIABÁ

Michelly Alencar realiza a 2ª edição do projeto “Mulheres em Ação” em Cuiabá

10/12/2023
Michelly Alencar realiza a 2ª edição do projeto “Mulheres em Ação” em Cuiabá
O objetivo do projeto é incentivar as mulheres a investirem na saúde mental, qualidade de vida e espiritualidade, buscando consolidar-se como uma tradição imperdível para os entusiastas de atividade física.
“Estamos entusiasmados em apresentar uma celebração ainda mais incrível e envolvente neste ano. Inspirados pelo sucesso da edição anterior, trabalhamos arduamente para elevar a experiência a novos patamares, proporcionando momentos inesquecíveis para todos os participantes”, comenta Michelly Alencar, idealizadora do projeto.
O evento será realizado no dia 16 de dezembro, a partir das 6h30, marcando a 2ª edição do evento “Mulheres em Ação” no Parque Mãe Bonifácia.
A edição anterior serviu de inspiração para algumas pessoas, como a assessora parlamentar da vereadora, Camilla Anjos, que começou a cuidar da saúde.&nbsp
“Para mim, foi algo que incentivou a mudar minha rotina. Foi um impulso para que eu mudasse e cuidasse mais de mim. Após a primeira edição do projeto, foi o que me motivou a cuidar da alimentação e realizar exercícios físicos, e isso tem mudado minha vida”, declara Camila em depoimento.
A inscrição pode ser feita através do Instagram da vereadora @michelly.alencarneves, com a doação de 1kg de alimento não perecível que será destinado ao projeto social Amor em Ação.
Informações:
– Evento: Projeto Mulheres em Ação
– Data: 16 de dezembro&nbsp
– Horário: 06h30
– Local: Parque Mãe Bonifácia, Av. Miguel Sutil – Duque de Caxias, Cuiabá
Da Assessoria

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

Leia Também:  Cuiabá tem aulas gratuitas viola de cocho, mocho, ganzá e siriri
Propaganda

CUIABÁ

Base e oposição protocolam CPIs para investigar suposto rombo de R$ 80 milhões na Educação de Cuiabá

Câmara Municipal recebe dois pedidos de CPI após denúncias de irregularidades em contratos de livros, materiais didáticos e compras da Secretaria de Educação

A crise envolvendo a Secretaria Municipal de Educação de Cuiabá ganhou novos desdobramentos políticos nesta quinta-feira (28) após vereadores da base aliada e da oposição protocolarem pedidos de abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar um suposto rombo de R$ 80 milhões denunciado pelo prefeito Abilio Brunini (PL).

Os requerimentos foram apresentados um dia após a gestão municipal revelar suspeitas de irregularidades em contratos ligados à compra de materiais didáticos, livros e outros insumos pedagógicos durante a administração do ex-secretário Amauri Monge.

O primeiro pedido foi protocolado pelo vereador Demilson Nogueira (PP), integrante da base do prefeito. Poucos minutos depois, a vereadora Maysa Leão (Republicanos), da oposição, também apresentou um requerimento próprio para investigação dos contratos da Educação.

Os dois pedidos ultrapassaram o número mínimo de assinaturas necessárias para instalação da CPI, aumentando ainda mais a pressão política sobre a Prefeitura e sobre ex-integrantes da Secretaria Municipal de Educação.

No requerimento apresentado por Demilson, o parlamentar pede a instauração da chamada “CPI da Educação” por um período inicial de 120 dias, com objetivo de investigar possíveis irregularidades, fraudes, sobrepreços, direcionamentos contratuais e danos ao erário envolvendo contratos administrativos, licitações, adesões a atas e compras de materiais pedagógicos.

Leia Também:  Cuiabá tem aulas gratuitas viola de cocho, mocho, ganzá e siriri

O documento também cita denúncias envolvendo livros produzidos com uso de inteligência artificial e comercializados por cerca de R$ 800 a unidade, situação que, segundo o vereador, pode indicar desperdício de recursos públicos e eventual superfaturamento.

Já o pedido protocolado pela vereadora Maysa Leão amplia o escopo da investigação e busca apurar contratos, aquisições, reformas, fornecimentos e prestações de serviços vinculados à Secretaria Municipal de Educação entre os anos de 2021 e 2026.

A oposição também quer investigar denúncias relacionadas à precariedade das escolas municipais, atraso na entrega de uniformes, ausência de climatização adequada nas unidades de ensino e possíveis incompatibilidades entre os valores contratados e a estrutura encontrada nas escolas da Capital.

Nos bastidores, a abertura simultânea de pedidos de CPI por vereadores da base e da oposição foi interpretada como um sinal de que o escândalo da Educação ultrapassou barreiras partidárias e passou a gerar preocupação generalizada dentro da Câmara Municipal.

A crise teve início após o prefeito Abilio Brunini afirmar que a própria gestão identificou indícios de ilegalidades na Secretaria de Educação e que uma investigação interna já vinha sendo conduzida há cerca de 90 dias.

Leia Também:  Comissão de Agricultura debate desenvolvimento das regiões rurais e fortalecimento da economia

Com a oficialização dos pedidos de CPI, a tendência é de que o caso se transforme em uma das maiores crises políticas da atual legislatura, ampliando o desgaste da gestão municipal e elevando a pressão por responsabilizações administrativas e políticas nos próximos meses.

Fonte: olhar direto

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA