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Exposição fotográfica de cães especiais que aguardam um lar pode ser conferida em shopping da capital; Conheça as fofuras peludas

Dez animais especiais, ou seja, que possuem algum tipo de deficiência física, irão participar a partir do dia 15 de uma exposição virtual para encontrar um lar. Por conta da iniciativa, eles participaram na semana passada de um primoroso ensaio fotográfico com direito a cenário e demais aparatos de “celebridades”. O resultado poderá ser conferido na Feira de Adoção, exclusiva para animais especiais, que acontece a partir do dia 15 deste mês e vai até 15 de dezembro no Espaço do Marketing do Shopping Pantanal.

A programação é uma realização da Prefeitura de Cuiabá, através da Secretaria de Bem-Estar Animal em parceria com o Shopping Pantanal e a Associação Lunaar (Luta e União de Amigos para Animais em Risco).

Os interessados deverão se apressar, pois a beleza e formosura atraem não apenas os olhares, mas também fisgam os corações. O objetivo da feira é promover a inclusão de animais especiais, mostrando que eles têm mobilidade e capacidade de vida peculiares à sua condição. Eles levam uma vida normal dentro de suas limitações, mas com capacidade de locomoção e a habilidade de promover alegria por onde passam. Entre os animais, quatro são da Bem-Estar Animal e seis da Lunaar.

“Além da inclusão, queremos promover a adoção, mas de uma forma diferente. O ensaio fotográfico foi idealizado porque não vamos expor esses animais de forma presencial. As fotos produzidas ficarão expostas no Shopping Pantanal, e as pessoas que manifestarem o desejo de adotar um desses animais especiais preencherão um cadastro. A Lunaar se responsabilizará pela triagem dos candidatos aos animais dela, assim como a Bem-Estar Animal pelos que estão sob sua custódia. A pessoa será contatada, e mediante um diálogo, vamos verificar para a liberação do animal”, detalhou a secretária adjunta de Bem-Estar Animal, Andrea Janaína Melo.

Entre os pets estão Fofa, Fubá, Nina e Viola (Bem-Estar Animal) e Sol, Lua, Estrela, Bisnaguinha e Sr. Wilson (Lunaar). Cada um deles tem uma história marcada por sequelas de maus tratos, abandono e atropelamentos, mas também de superação. São verdadeiras provas de luta que, ao encontrarem pelo caminho um coração humano bondoso, alcançaram resultados acima das expectativas. Essas histórias que mexem com o sentimento humano poderão ser conferidas na exposição fotográfica entre os dias 15 de novembro e 15 de dezembro.

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No caso da Fofa, por exemplo, ela chegou à Bem-Estar Animal por meio de uma denúncia de maus tratos. ‘Disseram que era um cão que vivia acorrentado em uma casa há mais de um ano. Fomos ao local e descobrimos que ela estava desnutrida, com uma fratura na perna e outra no quadril já consolidadas. Apanhava com uma tábua de madeira porque chorava. A cachorra foi resgatada. Ela tinha pânico de pessoas e demorou 6 meses para a reabilitação de sua condição emocional. Hoje é outra Fofa, mais alegre, desfila tranquilamente no meio do público e gosta de receber afagos. Um resultado fantástico fortalecido pela dedicação e carinho de cada um da nossa equipe e dos profissionais que a atenderam na clínica”, pontuou Andrea.

Já as três gatas: Sol, Lua e Estrela, são vítimas de atropelamento. O caso chegou ao conhecimento da Lunaar por meio do Instagram. A Sol está há mais de 1 ano na Ong, a Lua, há 10 meses, e a Estrela, há 6 meses. Estrela e a Sol são paraplégicas e, mesmo assim, muito independentes, se locomovem e até escalam alturas. No entanto, precisam de auxílio para fazer xixi, e a Lua depende que coloquem os potes próximos dela.

O Sr. Wilson também foi atropelado, e o pedido de socorro também chegou por meio das redes sociais, há 1 ano atrás. Ele é muito independente e se desloca para todo lado.

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A cadela Bisnaguinha tinha dono e morava em uma fazenda, onde foi atropelada e socorrida. Mas no local não tinha os cuidados adequados. “Tinha amputado uma perninha. Daí formou muitas escaras, e o dono dela levou para a clínica para eutanásia, só que a Ong se ofereceu para cuidar dela. E desde então está conosco. Isso já tem 3 anos. Um pouco sistemática, não gosta muito de homens”, revelou a presidente da Associação Lunaar, Susielene Rodrigues Monteiro.

Segundo Susielene, é inegável que o sentimento fala alto, mas por mais que amem esses animaizinhos queridos e de fato muito especiais, e sabendo que eles também amam os cuidadores, as equipes tanto da Lunaar como da Bem-Estar Animal entendem que todo animal merece ter uma família. ‘Merecem ter uma família para chamar de sua, ter o seu lar, sua casa. Então, a nossa intenção não é ser um abrigo de animais, para viverem o resto da vida deles lá. É claro que muitos acabam vivendo até o fim da vida, mas o que a gente sonha, o que a gente almeja é que cada um tenha a sua família”, explicou.

Lembrando que o resultado do ensaio fotográfico poderá ser conferido durante 30 dias, de 15/11 à 15/12 dezembro, na Feira de Adoção de Animais Especiais, no segundo piso do Shopping Pantanal. “São animais especiais, então não é possível deixá-los expostos presencialmente. Teremos a exibição das fotos, resultado do ensaio fotográfico que foi realizado já nas dependências do Shopping, e não tenho dúvidas de que as pessoas vão se apaixonar. Caso se interessem, poderão procurar a Bem-Estar ou a Lunaar para agilizar as tratativas. O importante é que eles encontrem uma família”, frisou a gerente de marketing do Pantanal Shopping, Daniela Rossi.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Secretário esclarece aplicação de 26% na Educação e explica diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal

O secretário de economia da Prefeitura de Cuiabá, Marcelo Bussiki, esclareceu que cumpriu e superou o percentual mínimo constitucional de investimentos em Educação no exercício de 2025, alcançando aplicação de 26,1% da receita vinculada ao setor, índice acima dos 25% exigidos pela Constituição Federal. Só em 2026, já foram pagos R$ 36,5 milhões de restos à pagar.

Os dados já haviam sido apresentados oficialmente à Comissão de Educação da Câmara Municipal pelo secretário de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo contador-geral do Município, Éder Galiciani, durante reunião realizada neste ano, quando foram detalhados os números da execução orçamentária da Educação.

A manifestação ocorre após declarações do ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, que voltou a questionar os resultados apresentados pela atual gestão e sugeriu a existência de irregularidades relacionadas aos investimentos da pasta.

A Prefeitura esclarece que os valores citados pelo ex-secretário referem-se a restos a pagar, instrumento legal previsto na administração pública e regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os restos a pagar correspondem a despesas que foram empenhadas e registradas dentro do exercício financeiro, mas cujo pagamento pode ocorrer no ano seguinte.

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A administração municipal destaca que essa situação é comum na gestão pública e não configura qualquer irregularidade. Todas as despesas da Educação foram devidamente registradas nos sistemas contábeis do município e constam dos demonstrativos oficiais encaminhados aos órgãos de controle.

A Prefeitura também esclarece a diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal. Pedalada fiscal ocorre quando despesas ou obrigações financeiras deixam de ser registradas oficialmente na contabilidade pública, ocultando a real situação das contas do ente público. Já os restos a pagar são despesas reconhecidas, empenhadas e contabilizadas regularmente, permanecendo registradas até sua quitação.

Dessa forma, não houve qualquer ocultação de despesas na Educação. Os valores pendentes estavam devidamente lançados na contabilidade municipal, em conformidade com a legislação vigente.

A própria aplicação dos recursos da Educação foi defendida pelo então secretário Amauri Monge quando ainda comandava a pasta. Em prestação de contas realizada na Câmara Municipal, ele afirmou que o município havia investido 26,1% em Educação durante 2025, acima do percentual mínimo exigido pela Constituição Federal.

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Na ocasião, Monge declarou que os valores empenhados estavam corretamente registrados e que os restos a pagar encontravam-se dentro da legalidade, afastando qualquer irregularidade na execução orçamentária da pasta.

Além do cumprimento do índice constitucional, a Prefeitura ressalta que despesas importantes para o funcionamento da rede municipal, como parte da alimentação escolar, são custeadas com recursos próprios e não integram o cálculo do percentual mínimo exigido pela Constituição.

A administração municipal reforça que todos os dados permanecem à disposição dos órgãos de controle, da Câmara Municipal e da sociedade, reafirmando o compromisso com a transparência, a responsabilidade fiscal e a correta aplicação dos recursos destinados à Educação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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