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Polícia Civil cumpre seis ordens judiciais contra autores de ataques em Tangará da Serra

Seis ordens judiciais, entre mandados de busca e apreensão domiciliar e mandados de apreensão de menores, foram cumpridos pela Polícia Civil, na manhã desta segunda-feira (09.10), em ação da 1ª Delegacia de Tangará da Serra com apoio de policiais da Delegacia Regional.

Os trabalhos fazem parte da Operação Força Total, deflagrada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), para identificar e prender os envolvidos em ataques recentes ocorridos no município de Tangará da Serra.

As investigações realizadas pela 1ª Delegacia de Tangará da Serra identificaram que os menores suspeitos de atear fogo em um veículo da Prefeitura Municipal são os mesmos que apedrejaram uma loja de materiais de construção no município.

Após os ataques, foi montada uma verdadeira força-tarefa para apuração dos fatos, reunindo grande efetivo policial, contando com equipes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e da Gerência de Operações Especiais (GOE).

Além dos três adolescentes apreendidos nesta segunda-feira (09), também foram identificados e conduzidos, na semana passada, outros três menores e um maior de idade, suspeitos de terem praticado vandalismo em uma loja de artigos de caça e pesca. Os menores foram ouvidos pelo delegado Gustavo Espíndula de Souza e confessaram a autoria dos ataques.

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As investigações apontaram que ordens foram veiculadas no meio criminoso por meio de status de aplicativos de mensagens, determinando que atos de vandalismo deveriam ser praticados em toda cidade, devido ao alto índice de apreensões de entorpecentes e prisões de criminosos, o que consequentemente tem gerado grandes prejuízos à organização.

“O mandante dos ataques e atos de vandalismo já foi identificado e será interrogado pelos fatos. As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos nos crimes”, disse o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Polícia Civil localiza corpo de vítima e prende autores de execução em Sorriso

A Polícia Civil de Mato Grosso esclareceu, nesta quarta-feira (29.4), um homicídio e ocultação de cadáver de David Fernandes de Sousa, de 21 anos, com a identificação e prisão de três envolvidos nos crimes, em Sorriso. A morte da vítima está relacionada à possível rixa entre facções criminosas.

As investigações da Delegacia de Sorriso apontaram que os três criminosos eram amigos da vítima e passaram a desconfiar que o amigo pertencia a uma facção rival, fato que teria motivado o crime. Eles responderão pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e organização criminosa.

Com o esclarecimento do crime, Sorriso apresenta índice de 100% dos homicídios elucidados, com a identificação e a prisão dos autores no município.

David Fernandes de Sousa era considerado desaparecido desde o dia 5 de abril, quando sua mãe procurou a Polícia Civil para registrar o boletim de ocorrência. Segundo informações, há 15 dias, o jovem estava dividindo aluguel com um amigo e, após esse período, não teve mais notícias.

Com base nas informações repassadas, os policiais da Delegacia de Sorriso iniciaram as investigações e conseguiram identificar um dos suspeitos, de 22 anos, integrante de facção criminosa, com envolvimento no desaparecimento e morte de David.

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Em continuidade às diligências, os policiais conseguiram localizar e prender o suspeito, que confessou a participação no homicídio e na ocultação de cadáver do jovem, bem como revelou a localização do corpo e o envolvimento de outros integrantes no grupo.

Com a possível localização do corpo, os policiais foram até o local e, após escavarem, conseguiram encontrar o corpo enterrado em uma cova rasa, em uma região de mata do município.

Os outros dois suspeitos já haviam sido presos na semana passada por envolvimento com tráfico de drogas. Os três suspeitos foram autuados em flagrante por ocultação de cadáver e organização criminosa e responderão, em inquérito policial, pelo homicídio.

Segundo o delegado Bruno França, responsável pelas investigações, os suspeitos eram amigos da vítima, porém, após desconfiarem que ele integrava uma facção criminosa rival, decidiram executá-lo.

“A vítima foi morta estrangulada com o cadarço do próprio sapato e, posteriormente, teve o corpo ocultado, em uma evidente situação de rixa entre grupos criminosos”, disse o delegado.

As investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis envolvidos no crime.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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