CUIABÁ
Sugestão de Pauta: Vice-prefeito vistoria obra da primeira usina de energia solar de Cuiabá
O vice-prefeito e secretário de Obras Públicas, José Roberto Stopa, realizará nesta quinta-feira (5) uma vistoria técnica na obra de construção do Parque Tecnológico de Geração de Energia Sustentável de Cuiabá. A usina de energia renovável é edificada em parceria entre a Prefeitura de Cuiabá e o Shopping Popular.
A estrutura é levantada em uma área de oito hectares, localizada no Distrito do Coxipó do Ouro. Para acompanhar a vistoria, a imprensa terá à disposição uma van, que garantirá o transporte de ida e volta, além de café da manhã. A saída está marcada para 8h, da Prefeitura de Cuiabá, e os interessados devem confirmar presença, antecipadamente, a Secom Cuiabá.
Neste momento, está em andamento a instalação de mais de 5 mil placas solares na estrutura, que será responsável por gerar aproximadamente 420 mil kWh/mês de energia. A expectativa é que o impacto de economia aos cofres do Município seja de cerca de R$ 500 mil por mês e mais de R$ 6 milhões por ano.
De acordo com o Shopping Popular, a obra representa um investimento estimado de R$ 20 milhões e a previsão é de que seja concluída ainda neste ano. Além do Parque Tecnológico de Geração de Energia Sustentável, o projeto também abrange a instalação de cerca de 13 quilômetros de linha de alta tensão, beneficiando diretamente os moradores da região.
SERVIÇO:
Assunto: Vistoria ao Parque Tecnológico de Geração de Energia Sustentável
Local: Distrito Coxipó do Ouro
Horário: saída 8h da Prefeitura de Cuiabá
Data: 5 de outubro, quinta-feira
Obs: Utilizar sapato fechado
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
CUIABÁ
Secretário esclarece aplicação de 26% na Educação e explica diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal
O secretário de economia da Prefeitura de Cuiabá, Marcelo Bussiki, esclareceu que cumpriu e superou o percentual mínimo constitucional de investimentos em Educação no exercício de 2025, alcançando aplicação de 26,1% da receita vinculada ao setor, índice acima dos 25% exigidos pela Constituição Federal. Só em 2026, já foram pagos R$ 36,5 milhões de restos à pagar.
Os dados já haviam sido apresentados oficialmente à Comissão de Educação da Câmara Municipal pelo secretário de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo contador-geral do Município, Éder Galiciani, durante reunião realizada neste ano, quando foram detalhados os números da execução orçamentária da Educação.
A manifestação ocorre após declarações do ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, que voltou a questionar os resultados apresentados pela atual gestão e sugeriu a existência de irregularidades relacionadas aos investimentos da pasta.
A Prefeitura esclarece que os valores citados pelo ex-secretário referem-se a restos a pagar, instrumento legal previsto na administração pública e regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os restos a pagar correspondem a despesas que foram empenhadas e registradas dentro do exercício financeiro, mas cujo pagamento pode ocorrer no ano seguinte.
A administração municipal destaca que essa situação é comum na gestão pública e não configura qualquer irregularidade. Todas as despesas da Educação foram devidamente registradas nos sistemas contábeis do município e constam dos demonstrativos oficiais encaminhados aos órgãos de controle.
A Prefeitura também esclarece a diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal. Pedalada fiscal ocorre quando despesas ou obrigações financeiras deixam de ser registradas oficialmente na contabilidade pública, ocultando a real situação das contas do ente público. Já os restos a pagar são despesas reconhecidas, empenhadas e contabilizadas regularmente, permanecendo registradas até sua quitação.
Dessa forma, não houve qualquer ocultação de despesas na Educação. Os valores pendentes estavam devidamente lançados na contabilidade municipal, em conformidade com a legislação vigente.
A própria aplicação dos recursos da Educação foi defendida pelo então secretário Amauri Monge quando ainda comandava a pasta. Em prestação de contas realizada na Câmara Municipal, ele afirmou que o município havia investido 26,1% em Educação durante 2025, acima do percentual mínimo exigido pela Constituição Federal.
Na ocasião, Monge declarou que os valores empenhados estavam corretamente registrados e que os restos a pagar encontravam-se dentro da legalidade, afastando qualquer irregularidade na execução orçamentária da pasta.
Além do cumprimento do índice constitucional, a Prefeitura ressalta que despesas importantes para o funcionamento da rede municipal, como parte da alimentação escolar, são custeadas com recursos próprios e não integram o cálculo do percentual mínimo exigido pela Constituição.
A administração municipal reforça que todos os dados permanecem à disposição dos órgãos de controle, da Câmara Municipal e da sociedade, reafirmando o compromisso com a transparência, a responsabilidade fiscal e a correta aplicação dos recursos destinados à Educação.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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