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Polícia Civil prende servidora municipal que exigia vantagens indevidas de produtores rurais dentro de delegacia

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Paranatinga (373 km ao sul de Cuiabá), cumpriu o mandado de preventiva contra uma servidora do município pelos crimes de concussão passiva e prevaricação. Ela trabalhou como escrivã ‘ad hoc’ na unidade policial e foi investigada por exigir valores das vítimas, especialmente produtores rurais, para não instaurar procedimentos em relação a crimes ambientais.

Foi instaurado um inquérito policial pela Delegacia de Paranatinga para apuração dos fatos praticados pela servidora, que era cedida pela Prefeitura Municipal. Após a apuração foi representada à Justiça pela prisão preventiva pelos crimes de concussão passiva e prevaricação.

As investigações iniciaram após uma denúncia anônima narrando que a servidora exigia vantagens indevidas de pessoas, entre elas produtores rurais, que eram chamados para prestar esclarecimentos na delegacia.

Em poucos dias de investigação, foi confirmada a veracidade das informações e constatado que a servidora agiu da mesma forma com todas vítimas, as atraindo até a delegacia sob a alegação de que eram alvos de denúncias sobre crime ambiental. Durante conversa com as vítimas, a servidora exigia a valores para não instaurar ou não prosseguir com o procedimento que, na maior parte dos casos, sequer existia.

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A servidora foi afastada da delegacia e com base nos elementos levantados, o delegado Eric Martins representou pelo mandado de prisão preventiva da investigada, que foi deferido pela Justiça e cumprido nesta quarta-feira (27.09).

“A Polícia Civil não admite nenhum tipo de situação em que o servidor exija valor ou vantagem para que não seja instaurado ou trâmite determinado procedimento investigativo. O caso da servidora, que era cedida e atuava como escrivã ad hoc, é uma situação isolada e não tem nenhum vínculo com as demais atividades desenvolvidas na unidade”, destacou o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil localiza corpo de vítima e prende autores de execução em Sorriso

A Polícia Civil de Mato Grosso esclareceu, nesta quarta-feira (29.4), um homicídio e ocultação de cadáver de David Fernandes de Sousa, de 21 anos, com a identificação e prisão de três envolvidos nos crimes, em Sorriso. A morte da vítima está relacionada à possível rixa entre facções criminosas.

As investigações da Delegacia de Sorriso apontaram que os três criminosos eram amigos da vítima e passaram a desconfiar que o amigo pertencia a uma facção rival, fato que teria motivado o crime. Eles responderão pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e organização criminosa.

Com o esclarecimento do crime, Sorriso apresenta índice de 100% dos homicídios elucidados, com a identificação e a prisão dos autores no município.

David Fernandes de Sousa era considerado desaparecido desde o dia 5 de abril, quando sua mãe procurou a Polícia Civil para registrar o boletim de ocorrência. Segundo informações, há 15 dias, o jovem estava dividindo aluguel com um amigo e, após esse período, não teve mais notícias.

Com base nas informações repassadas, os policiais da Delegacia de Sorriso iniciaram as investigações e conseguiram identificar um dos suspeitos, de 22 anos, integrante de facção criminosa, com envolvimento no desaparecimento e morte de David.

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Em continuidade às diligências, os policiais conseguiram localizar e prender o suspeito, que confessou a participação no homicídio e na ocultação de cadáver do jovem, bem como revelou a localização do corpo e o envolvimento de outros integrantes no grupo.

Com a possível localização do corpo, os policiais foram até o local e, após escavarem, conseguiram encontrar o corpo enterrado em uma cova rasa, em uma região de mata do município.

Os outros dois suspeitos já haviam sido presos na semana passada por envolvimento com tráfico de drogas. Os três suspeitos foram autuados em flagrante por ocultação de cadáver e organização criminosa e responderão, em inquérito policial, pelo homicídio.

Segundo o delegado Bruno França, responsável pelas investigações, os suspeitos eram amigos da vítima, porém, após desconfiarem que ele integrava uma facção criminosa rival, decidiram executá-lo.

“A vítima foi morta estrangulada com o cadarço do próprio sapato e, posteriormente, teve o corpo ocultado, em uma evidente situação de rixa entre grupos criminosos”, disse o delegado.

As investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis envolvidos no crime.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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