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Polícia Federal lança candidatura para o posto de Secretário-Geral da Interpol

Brasília/DF – A Polícia Federal lançou, na noite desta quarta-feira (13/9), no Palácio do Itamaraty, a candidatura do Delegado de Polícia Federal Valdecy Urquiza ao cargo de Secretário-Geral da Interpol. A cerimônia contou com a presença de 30 representações diplomáticas e autoridades do Ministério das Relações Exteriores (MRE), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e da Polícia Federal. 

Em sua fala de abertura, a secretária-geral do MRE, embaixadora Maria Laura da Rocha, enfatizou que o compromisso do Brasil com a paz e a estabilidade mundial vem de longa data, e destacou a indiscutível relevância da candidatura da Polícia Federal no fortalecimento da missão.

O secretário-executivo do MJSP, Ricardo Capelli, reafirmou a necessidade da cooperação internacional no enfrentamento dos desafios da segurança mundial, apontando o papel significativo exercido pela Polícia Federal ao longo dos anos. Afirmou que o MJSP vê no ineditismo da candidatura brasileira ao cargo o posicionamento do Brasil como um dos atores efetivos na busca por um mundo mais seguro.

O diretor-geral em exercício da Polícia Federal, Gustavo Paulo de Souza, ressaltou as competências e realizações do delegado de Polícia Federal Urquiza ao longo de sua carreira, dando relevo a sua já comprovada expertise na área internacional.

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Encerrando os discursos, Urquiza apresentou sua visão para a Interpol e seu compromisso com a segurança global, de exercer liderança com empatia, sabedoria e determinação. Sua fala destacou a necessidade de uma instituição ágil, inovadora e colaborativa, pronta para enfrentar os desafios de um cenário internacional em constante mudança.

Valdecy Urquiza foi eleito em 2021 para o cargo de vice-presidente da Interpol para as Américas. Atualmente também é o titular da Diretoria de Cooperação Internacional da Polícia Federal.

A Organização Internacional de Polícia Criminal, Interpol, é a maior organização intergovernamental global e reúne forças policiais de 195 países com o objetivo de combater o crime transnacional. Em seus 100 anos de existência, somente cinco países se revezaram na liderança do organismo.

Coordenação-Geral de Comunicação Social

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E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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PF deflagra operação contra fraudes previdenciárias e inserção de dados falsos em sistemas do INSS na Bahia

Salvador/BA. A Polícia Federal deflagrou na Bahia, nesta terça-feira (19/5), a Operação Colina com o objetivo de desarticular um esquema criminoso voltado à manutenção e prorrogação ilegal de benefícios previdenciários por incapacidade, mediante a manipulação de sistemas do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). 

Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, na capital Salvador e nas cidades baianas de Nazaré e Vera Cruz. As medidas judiciais foram expedidas pela 17ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária da Bahia.

Início das investigações

As investigações, iniciadas a partir de relatórios da Coordenação de Inteligência Previdenciária do Ministério da Previdência Social (COINP/MPS), apontaram que um servidor do INSS, lotado em Salvador/BA, realizaria remarcações indevidas e sucessivos adiamentos injustificados de perícias médicas.

A manobra impedia que os segurados fossem avaliados por peritos médicos oficiais, promovendo a renovação e o pagamento automático dos auxílios-doença por incapacidade temporária de forma continuada e irregular. Constatou o adiamento de perícias sob falsas alegações, como a de “falta de atendimento médico”, no mesmo dia em que as agências funcionavam normalmente.

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Fluxo financeiro

O aprofundamento das apurações e a análise de quebras de sigilo bancário revelaram um fluxo financeiro suspeito. Foi identificada a suspeita de que intermediários recolheriam valores de beneficiários, muitos dos quais já haviam sido investigados em ações anteriores da PF, e repassariam vantagens pecuniárias indevidas ao servidor responsável pelas inserções fraudulentas nos sistemas corporativos da Previdência.

Os investigados poderão responder pelos crimes de inserção de dados falsos em sistema de informações e corrupção passiva, além de outros delitos correlatos que venham a ser formalizados no curso do inquérito policial.

O material apreendido durante o cumprimento das buscas será submetido à análise pericial e de inteligência policial com o intuito de dimensionar o montante total do prejuízo causado aos cofres públicos e identificar novos envolvidos no esquema.


Comunicação Social da Polícia Federal na Bahia
WhatsApp: (71) 3319-6002
E-mail: cs.srba
@pf.gov.br

Fonte: Polícia Federal

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