POLÍCIA FEDERAL

PF investiga financiadores do garimpo ilegal em Roraima

Boa Vista/RR. A Polícia Federal deflagrou na manhã desta segunda-feira (10/7), a Operação Frutos do Ouro, com o objetivo de investigar um grupo que estaria relacionado à apreensão de mais de 5kg de ouro no Aeroporto de Boa Vista/RR, em 2019, e teria movimentado aproximadamente R$ 80 milhões.

Mais de 30 policiais cumprem cinco mandados de busca e apreensão em Boa Vista-RR e em São Paulo/SP, expedidos pela 4ª Vara Federal Criminal da Justiça Federal em Roraima.

As investigações tiveram início a partir da identificação de um suspeito que tentava embarcar com mais de 5kg de ouro no Aeroporto de Boa Vista, com destino à Campinas/SP.

O inquérito policial identificou uma rede dedicada à exploração de ouro extraído da Terra Indígena Yanomami e à lavagem de dinheiro.

Uma joalheria de São Paulo, com mais de R$ 50 milhões movimentados, teria enviado valores ao suspeito de ser o responsável pelo ouro apreendido em 2019. Já um outro suspeito receberia salários que somam aproximadamente R$ 5 mil e teria mais de R$ 15 milhões em movimentações financeiras.

Leia Também:  PF e CGU combatem esquema de desvio de recursos públicos do município de Ibititá/BA

O grupo ainda utilizaria uma empresa de comércio de frutos do mar, localizada em Boa Vista/RR, para movimentar parte do dinheiro que seria utilizado na aquisição do ouro.

Comunicação Social da Polícia Federal em Roraima

Fone (whatsapp): (95) 3621-1548

Fonte: Polícia Federal

Propaganda

POLÍCIA FEDERAL

PF deflagra operação contra lavagem de dinheiro e tráfico internacional de armas e drogas

Rio de Janeiro/RJ – Durante o fim de semana (20/6 e 21/6), a Polícia Federal, em atuação conjunta com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público Federal (GAECO/MPF), deflagrou a fase ostensiva da Operação Red Fox, destinada a desarticular uma estrutura financeira e logística transnacional vinculada à facção criminosa com forte atuação no Rio de Janeiro.

A investigação apura a atuação de núcleos responsáveis pela movimentação, ocultação e dissimulação de recursos ilícitos utilizados para financiar a aquisição de armas de fogo de uso restrito e drogas provenientes do exterior para abastecimento da facção no Rio de Janeiro e em outros estados.

As medidas foram deferidas pela 5ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro e incluem mandados de prisão preventiva, bloqueio de ativos, sequestro e indisponibilidade de bens, direitos e valores, além da suspensão das atividades econômicas de pessoas jurídicas apontadas como empresas de fachada ou contas de passagem utilizadas pelo grupo criminoso.

Durante a deflagração, foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva contra investigados apontados como operadores relevantes da engrenagem financeira da organização. Dois alvos foram localizados no Suriname, em ação de cooperação internacional, detidos pelas autoridades locais e posteriormente deportados para o Brasil, onde foram presos em Belém, no Pará. Outros dois investigados foram presos em território nacional, sendo um no Rio de Janeiro/RJ e outro em Tabatinga/AM, região de tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru.

Leia Também:  PF cumpre mandado de busca e apreensão em Macapá

A atuação no Suriname contou com o apoio da Diretoria de Segurança Nacional (DNV) e do Judicial Intervention Team (JIT), que capturaram um homem e uma mulher, apontados nas investigações como integrantes do eixo transnacional de movimentação financeira e logística do grupo. O homem é investigado como operador financeiro que movimentou mais de R$ 150 milhões no período investigado, com atuação na região de fronteira e vínculo com repasses destinados à aquisição de armamentos. A mulher, por sua vez, é apontada como operadora logística e financeira, com histórico de deslocamentos ao Suriname em períodos compatíveis com movimentações suspeitas de recursos.

No Rio de Janeiro/RJ, foi preso outro operador financeiro da facção, suspeito de utilizar contas pessoais e empresariais para pulverizar recursos ilícitos e viabilizar pagamentos a fornecedores. Em Tabatinga/AM, foi preso um homem responsável por empresa utilizada no fluxo financeiro da organização na região amazônica, especialmente em pagamentos vinculados à logística transnacional de drogas e armas.

A investigação identificou que a organização criminosa se valia de empresas de fachada, interpostas pessoas, depósitos fracionados, transferências via PIX, contas de passagem e movimentações incompatíveis com a capacidade econômica dos envolvidos para ocultar a origem ilícita dos valores e garantir o pagamento de fornecedores nacionais e estrangeiros.

Leia Também:  PF cumpre mandados em dois estados contra crimes sexuais infantis na internet

No eixo patrimonial, a Justiça Federal autorizou medidas de bloqueio, sequestro e indisponibilidade de bens, direitos e valores até o limite de quase meio bilhão de reais, com o objetivo de atingir a capacidade econômica da organização criminosa, impedir a dissipação patrimonial e interromper o financiamento das atividades ilícitas.

As investigações prosseguem para localização dos demais foragidos, aprofundamento da análise financeira e telemática e identificação de outros integrantes da rede criminosa.

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
[email protected]
(21) 2203-4404

Fonte: Polícia Federal

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA