TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Comarca de Cáceres promove Campanha do Agasalho até 30 de junho

A Comarca de Cáceres está realizando a primeira Campanha do Agasalho com o intuito de mobilizar a doação e incentivar a ação solidária nessa época de baixas temperaturas. As doações podem ser feitas até o dia 30 de junho, somente no Fórum da cidade.
 
A iniciativa da Campanha partiu da juíza diretora da Comarca de Cáceres, Joseane Carla Ribeiro Viana Quinto Antunes, e o plano é que ações como essa sejam praticadas anualmente. Assim, todos os servidores, bem como os magistrados estão empenhados em contribuir para a comunidade.
 
Qualquer pessoa pode doar. Basta levar as peças novas ou que estejam bem conservadas ao Fórum e depositar nas respectivas caixas. São aceitas peças de diversos tamanhos e tipos, como agasalhos, cobertores, tênis, meias, entre outros.
 
Segundo a gestora-geral da Comarca de Cáceres, Odanil Jara Gomes Corbelino, as doações já estão sendo feitas e há grandes perspectivas de que a Campanha seja um sucesso, visto que todos estão colaborando.
 
As arrecadações são destinadas para a população carente do município. Para isso, o Fórum já está realizando o cadastramento das pessoas para que, no final da Campanha, sejam escolhidos os bairros que concentram o maior número de indivíduos necessitados.
 
A coleta está sendo feita na recepção do Fórum de Cáceres, da 12hs às 19hs. O telefone para contato é (65) 3211-1300.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da primeira imagem: quadro com a metade de cima com fundo na cor branca onde está escrito: Fórum de Cáceres; Campanha do agasalho. Doe roupas de frio para aquecer quem necessita. Compartilhe calor e amor! Até dia 30 de junho. Na metade de baixo em um fundo marrom, está uma foto de quatro cobertores de variadas cores dispostos um sobre o outro. Descrição da segunda imagem: em uma sala com janelas e um quadro com fotos ao fundo, a gestora-geral da Comarca de Cáceres encontra-se ao lado de uma mulher que está segurando um cobertor. Ambas estão sorrindo.
 
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Leia Também:  Coordenadoria Judiciária moderniza gestão com IA, dados e sustentabilidade em 2025
Propaganda

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Audiência da Corregedoria debate como atingir o poder econômico do crime organizado

Participantes do painel debatem os impactos da Lei Antifacção durante audiência pública promovida pela Corregedoria.Por trás de homicídios, tráfico de drogas e disputas por território existe uma engrenagem menos visível: o dinheiro. A avaliação foi compartilhada por especialistas que participaram do painel Lei Antifacção e Governança Corporativa: limites e deveres das pessoas jurídicas, realizado nesta sexta-feira (12), durante audiência pública “A Lei do Combate ao Crime Organizado no Brasil e os impactos no sistema de justiça criminal: desafios e oportunidades”, promovida pelo Poder Judiciário, por meio da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso para discutir o novo marco legal de combate ao crime organizado.

O painel reuniu o expositor, o promotor de Justiça Renee do Ó Souza, o delegado da Polícia Civil Caio Albuquerque, titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), e o juiz Anderson Clayton Dias Batista. A mediação foi conduzida pelo conselheiro estadual da OAB-MT, Douglas Ibarra.

Ao longo das discussões, um ponto ganhou destaque: para enfraquecer as organizações criminosas não basta prender integrantes. É preciso atingir a estrutura financeira que sustenta essas atividades.

Promotor de Justiça Renee do Ó Souza apresenta reflexões sobre o enfrentamento econômico ao crime organizado.Segundo o promotor Renee do Ó Souza, uma das principais inovações da Lei Antifacção é justamente direcionar o foco para o patrimônio, os recursos financeiros e as empresas utilizadas para dar suporte ao crime organizado. “A única forma de inibir o envolvimento de alguém na criminalidade organizada é demonstrar que o crime não compensa”, afirmou.

Leia Também:  Projeto de ressocialização do CASE Sinop abre novos caminhos para jovens em conflito com a lei

De acordo com o expositor, a legislação cria mecanismos que permitem ao Estado alcançar bens, valores e até estruturas empresariais utilizadas para ocultar patrimônio ou movimentar recursos ilícitos. Entre as medidas previstas estão bloqueios patrimoniais, restrições de atividades econômicas e a possibilidade de intervenção judicial em empresas utilizadas para favorecer práticas criminosas.

Juiz Anderson Clayton Dias Batista debate os impactos da nova legislação para as pessoas jurídicas.O juiz Anderson Clayton Dias Batista observou que a nova legislação busca reduzir a tolerância com relações empresariais que possam beneficiar organizações criminosas.

“A nova legislação exige uma postura mais ativa das empresas. Não basta alegar desconhecimento. As organizações precisam verificar quem são seus parceiros comerciais e adotar mecanismos de controle para evitar relações que possam favorecer, direta ou indiretamente, o crime organizado”.

Homem de terno escuro, camisa branca e gravata azul, com cabelos grisalhos curtos, segura um microfone e fala. Ele tem um pin dourado na lapela. O fundo é uma parede de painéis claros.O mediador Douglas Ibarra chamou atenção para a linguagem corporativa presente na nova legislação. Para ele, a proposta do legislador foi ampliar o alcance do enfrentamento ao crime organizado, permitindo que a atuação estatal chegue também às estruturas econômicas e societárias que podem servir de suporte para atividades criminosas.

A perspectiva das investigações foi apresentada pelo delegado Caio Albuquerque. Com experiência na apuração de homicídios ligados a organizações criminosas, ele afirmou que o domínio territorial exercido por facções tem tornado a elucidação de crimes cada vez mais complexa. Segundo o delegado, o medo imposto às comunidades faz com que testemunhas deixem de colaborar com as investigações, dificultando a identificação de autores e a produção de provas.

Leia Também:  Fórum de Guarantã do Norte está sem telefone fixo

Delegado Caio Albuquerque aborda os desafios das investigações relacionadas às organizações criminosas.Caio Albuquerque destacou que o fortalecimento das organizações criminosas observado nos últimos anos exige instrumentos mais eficientes de enfrentamento e defendeu que a nova legislação oferece mecanismos que podem contribuir para esse trabalho.

O painel integrou a audiência pública promovida pela Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso para debater os impactos da Lei nº 15.358/2026, conhecida como marco legal de combate ao crime organizado.

A íntegra da discussão está disponível no canal do TJMT no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=70cR1MxQkvs

Leia mais sobre

Audiência pública reúne centenas de pessoas para discutir lei de combate ao crime organizado

https://www.tjmt.jus.br/noticias/2026/6/audiencia-publica-reune-centenas-pessoas-para-discutir-lei-combate-ao-crime-organizado

Painel de Audiência pública debate impactos do domínio social estruturado para o sistema de justiça criminal

https://www.tjmt.jus.br/noticias/2026/6/painel-audiencia-publica-debate-impactos-dominio-social-estruturado-para-o-sistema-justica

Autor: Alcione dos Anjos

Fotografo: Rodrigo Moura

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA