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CCJR, CFAEO e CTUMADDA realizam reuniões nesta quarta-feira (07) e deliberam 10 processos

12/06/2023

Na manhã de quarta-feira (07), foi realizada na Sala das Comissões – vereador Julio Pinheiro, a 17ª reunião da Comissão Permanente de Constituição, Justiça e Redação – CCJR, 7ª reunião da Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária – CFAEO e 5ª reunião da Comissão de Transporte, Urbanismo, Meio Ambiente e Defesa aos Direitos dos Animais – CTUMADDA. Nas reuniões foram deliberados 10 processos.

A CCJR é presidida pelo vereador Jeferson Siqueira (PSD), e tem como membros Lilo Pinheiro (PDT) e o novo integrante da Comissão, Rodrigo Arruda e Sá (CIDADANIA). Neste encontro foram deliberados oito processos sendo quatro deles aprovados, três rejeitados e o processo 20165/2023 foi para saneamento, o que significa que falta um documento.

O processo 21245/2023 foi deliberado na reunião da Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária – CFAEO, e foi aprovada com unanimidade. A Comissão tem como presidente o vereador Demilson Nogueira (PROG), e membros Lilo Pinheiro e Dídimo Vovô (PSB).

A terceira e última Comissão da manhã foi a CTUMADDA, seu processo 23575/2023 foi aprovado com emendas. A reunião contou com a presença do presidente da Comissão, vereador Sargento Vidal (MDB) e Rogério Varanda (MDB).

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Todas as reuniões podem ser acompanhadas ao vivo pelo Youtube da Câmara Municipal de Cuiabá pelos links:

CCJR: https://www.youtube.com/live/RRQCo_ti1d8?feature=share

CFAEO: https://www.youtube.com/live/PfD0oa5DbiA?feature=share

CTUMADDA: https://www.youtube.com/live/Pj1yvgPbN5A?feature=share

SECOM – Câmara Municipal de Cuiabá

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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CUIABÁ

Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

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O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

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Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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