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Escola de Contas do TCE-MT realiza oficina para diagnóstico institucional na próxima segunda-feira (5)

Foto: Tony Ribeiro/TCE-MT

A Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) realiza, às 8h da próxima segunda-feira (5), oficina especial com o tema “Diagnóstico Institucional”. Parte do Projeto Político Pedagógico, o encontro online tem o objetivo de avaliar a situação dos sistemas e explorar estratégias para melhorá-los. Clique aqui para participar.

“É uma oportunidade única para nos engajarmos em discussões frutíferas sobre o papel e a eficácia dos nossos tribunais de contas, que são os guardiões da transparência e da justiça na gestão dos recursos públicos. Nesse sentido, a eficiência e a eficácia das instituições dependem da qualidade e da pertinência do nosso Projeto Político Pedagógico”, explicou o coordenador-geral da Escola Superior de Contas, Marcos Jose da Silva.

O coordenador-geral ressaltou ainda que a oficina servirá como uma ferramenta para aumentar a compreensão coletiva dos desafios e criar um plano de ação com base nesse entendimento. 

“O diagnóstico institucional é o ponto de partida para qualquer mudança significativa. Ele nos permite identificar pontos fortes a serem reforçados e áreas de melhoria a serem abordadas”, concluiu.

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Fonte: TCE MT – MT

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Sérgio Ricardo esquece que é presidente do TCE, dá uma de deputado, é criticado nas redes e esculhamba internautas, inclusive mulher, chamando seguidora de “idiota” Veja prints 

Presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso reagiu com ataques após receber críticas em publicação sobre o Portão do Inferno; repercussão negativa tomou conta das redes sociais e postagens acabaram apagadas

O presidente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), Sérgio Ricardo, protagonizou uma cena inusitada e polêmica nas redes sociais após publicar um vídeo criticando a demora nas obras do Portão do Inferno, em Chapada dos Guimarães. O que era para ser apenas uma manifestação institucional rapidamente virou um bate-boca público com internautas incluindo ataques direcionados a mulheres.

Nas respostas aos comentários, Sérgio Ricardo abandonou o tom institucional esperado de um chefe de órgão de controle e partiu para o confronto direto, utilizando palavras como “idiota”, “imbecil” e “massa de manobra” contra seguidores que questionaram sua atuação e o momento escolhido para criticar a situação da obra.

Uma internauta comentou:

“Mas vc tava onde quando essa baderna começou hein??? Tá um pouco atraso nessa mídia hein”.

Irritado, o presidente do TCE respondeu:

“Sempre estive defendendo os interesses do povo. E você estava onde? Com certeza escondida atrás dessa imbecilidade que demonstra nesta mensagem. Vai estudar. Deixa de ser idiota ou massa de manobra.”

A resposta gerou ainda mais revolta nos comentários. Diversos seguidores passaram a questionar a postura do presidente da Corte de Contas, alegando incompatibilidade entre o cargo ocupado e o comportamento adotado nas redes sociais.

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Outro internauta ironizou:

“Do nada o cara resolveu rodar Mato Grosso”.

Sérgio Ricardo voltou a rebater em tom agressivo:

“Não sou candidato a nada. Não preciso de voto. Estou trabalhando pois é o meu papel. É por causa de gente imbecil igual você que esse estado está desse jeito. Vai procurar o que fazer.”

A repercussão negativa se espalhou rapidamente em páginas políticas e grupos de WhatsApp, principalmente pelo fato de o presidente do TCE ter direcionado ataques a cidadãos comuns e utilizado termos ofensivos contra uma mulher que apenas questionou sua atuação.

Internautas também criticaram o que classificaram como “postura de pré-candidato”, afirmando que Sérgio Ricardo estaria tentando assumir protagonismo político em pautas populares enquanto deixa de agir com a sobriedade exigida pelo cargo que ocupa.

Após a repercussão e o aumento das críticas, publicações e respostas atribuídas ao presidente do TCE passaram a desaparecer das redes, aumentando ainda mais o desgaste do episódio.

Nos bastidores políticos, o caso já é tratado como mais um desgaste de imagem envolvendo agentes públicos que trocam o comportamento institucional por embates pessoais em redes sociais.

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