TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Círculo de construção de paz é tema do programa Explicando Direito

Atenção, ouvintes! Já está no ar a mais nova edição do programa Explicando Direito, no qual a psicóloga Roseli Barreto fala sobre uma das metodologias mais difundidas dentre as práticas da Justiça Restaurativa, os chamado ‘círculos de construção de paz’.
 
O bate-papo com o jornalista Johnny Marcus com Roseli, que é facilitadora de Círculos de Justiça Restaurativa e Construção de Paz, também está disponível no aplicativo Spotify.
 
Roseli explica que o círculo de construção de paz é uma ferramenta utilizada pelos nossos ancestrais, pelos povos primitivos, que já se reuniam em círculos para tratar de alguma situação conflituosa ou celebração.
 
“A gente segue princípios e valores, e, em primeiro lugar, o princípio do respeito. A gente se respeita num círculo de paz. Então, por isso [usamos] um objeto da fala que tenha significado para aquele grupo de pessoas. Pode ser uma caneta, pode ser uma pena, pode ser um bichinho de pelúcia e aí a gente aprende a dialogar, esperar a nossa vez, refletir e quem sabe encontrar uma solução nas questões dos conflitos familiares, comunitários, processuais ou em ambiente de trabalho. Posso falar o que eu sinto sem ser desrespeitada e sem ser julgada pelo meu colega”, explica.
 
Segundo ela, os círculos são aplicáveis nas mais diversas situações, como nas celebrações de um nascimento, na conquista de uma casa nova, da aposentadoria, de uma formatura, em todos os momentos únicos da nossa família e da nossa comunidade.
 
Na entrevista, Roseli Barreto falou ainda sobre o trabalho dos círculos dentro do Poder Judiciário, por meio da Justiça Restaurativa, envolvendo vítimas e ofensores, e também da eficácia e importância do uso da ferramenta no ambiente escolar.
 
 
 
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Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição: Fotografia retangular e colorida. Na lateral esquerda o texto ‘Ouça agora no Spotify!’. No canto superior direito a palavra Podcast. No centro, o nome do programa, com a foto do convidado, o tema do programa – Intimação por WhatsApp – e o nome do convidado – psicóloga Roseli Barreto. Na parte inferior os endereços eletrônicos da Rádio Assembleia, Rádio TJ e Escola da Magistratura. Assina a peça o logo do Poder Judiciário de Mato Grosso e da Esmagis-MT.
 
Lígia Saito
Assessoria de Comunicação
Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT)

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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