MATO GROSSO
Em ação idealizada pela primeira-dama de MT, indígenas da etnia Chiquitano são beneficiados em Vila Bela da Santíssima Trindade
“Gratidão a todos que participaram desta missão. Em nome do superintendente de Assuntos Indígenas Agnaldo agradeço a todos os voluntários e equipes envolvidas, tanto da Setasc quanto da prefeitura por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social e Segurança que nos ajudam sempre. O programa SER Família Solidário é apenas um reforço para auxiliar nas despesas do dia a dia, mas tudo foi pensado com muito carinho. Que Deus abençoe todas as famílias contempladas”, declarou a primeira-dama do Estado, Virginia Mendes.
“Estamos atendendo a comunidade indígena em parceria com a Setasc, unindo forças para trazer as 150 cestas básicas à etnia Chiquitano. Quero agradecer a nossa primeira-dama Virginia Mendes por ter acolhido os nossos indígenas, que neste momento estão precisando deste auxílio aqui em Vila Bela da Santíssima Trindade. Na semana passada também estivemos atendendo a etnia Boe-Bororo com 350 cestas, em Rondonópolis. E esse é o nosso trabalho, socorrer àqueles que necessitam”, disse Agnaldo.
O presidente da Organização Chiquetano Aeroporto (OCA), Cacique Sebastião Flores, relatou sobre a importância em receber os alimentos, porque a comunidade é muito carente e atende mais de 100 famílias cadastradas.
Para a presidente da Associação Chikbela, Suely Surubi, é uma satisfação receber a equipe da Setasc na cidade, que leva o carinho da primeira-dama Virginia Mendes por meio da entrega de cestas.
“Somos um povo carente, humilde e acolhedor. E a gente está aqui, neste momento, para receber a equipe e todo esse carinho. Em breve vamos fazer uma visita para a primeira-dama lá em Cuiabá”, finalizou.
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Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Politec conclui que incêndio em prédio da prefeitura não teve origem criminosa
A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.
Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.
No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.
Conforme o perito oficial criminal Augusto César de Figueiredo, os exames não permitiram identificar o que pode ter provocado o fenômeno termoelétrico, que segundo a literatura pericial pode estar relacionado à sobrecarga elétrica, curto-circuito, ou descarga elétrica contínua.
“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.
Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.
No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.
Fonte: Governo MT – MT
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