MATO GROSSO
Aprimoramento do Recurso Descentralizado é tema de reunião da Seduc com diretores
O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, disse que nos anos de 2021 e 2022 o Governo do Estado liberou mais de R$60 milhões em investimentos para as unidades por meio do recurso e que a intenção é continuar investindo nas unidades escolares.
Segundo ele, a ação é uma política pública fundamental, onde buscamos formas mais eficientes de aprimorar os serviços e agilizar esse atendimento. “É uma forma de zelar pela aplicação dos recursos e pela transparência na gestão”, explicou.
A diretora Elma Francisca, da Escola Estadual Professora Vanil Stabilito, em Várzea Grande, disse que a reunião contribuiu diretamente na rotina dos estudantes através da intervenção preventiva. “O recurso descentralizado é importante para a escola. Além de auxiliar na questão da estrutura física, ele agrega como garantia à manutenção e cuidados com o patrimônio escolar”, completou.
Essa percepção também foi reafirmada pela diretora da Escola Estadual Manoel Cavalcanti Proença, Maria Silvani, em Cuiabá. A gestora explicou a importância do recurso e o acompanhamento técnico fornecido pela Seduc para realização dos serviços de manutenção. “Foi uma ação que reforçou o compromisso em acompanhar o uso desse recurso”, contou.
A representante da Diretoria Regional de Educação Polo Várzea Grande, Maria Denise Souza Carvalho, falou que a reunião também foi uma forma de aproximar as escolas das DREs, além de fomentar as ações que contribuem diariamente para melhoria do ambiente escolar. Segundo ela, o aprimoramento do recurso junto às unidades deverá trazer bons resultados com o tempo, principalmente no que abrange agilidade na solicitação e no processo de reparos e reformas nas unidades.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado
Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.
O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.
Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.
Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.
Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.
Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.
A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.
Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.
Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.
Fonte: Governo MT – MT
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