POLICIAL

Matrículas para novos alunos da rede municipal de Sinop começam na próxima segunda-feira (23)

Inicia na próxima segunda-feira (23), a 2ª etapa das matrículas para novos alunos do ensino fundamental (1º ao 5º ano), e para alunos da educação infantil (pré-escola 04 e 05 anos), da rede municipal de educação. Os pais ou responsáveis deverão procurar a unidade escolar mais próxima de sua residência, das 7h às 11h, e das 13h às 17h. As aulas começam no dia 6 de fevereiro.

Entre os documentos necessários para a matrícula estão:

*Apresentação de documentos pessoais do pai, da mãe ou do responsável legal (RG, CPF e Título de Eleitor);

*Documentos pessoais do aluno (RG, CPF e Certidão de Nascimento);

*Comprovante de endereço atualizado;

*Histórico escolar ou atestados de transferência;

*Cartão atualizado de vacina do aluno (de acordo com a Lei Estadual nº 10.736, de 09 de agosto de 2018);

*Cartão do SUS; número do NIS da criança (caso seja beneficiário do Programa Auxilio Brasil);

*01 foto 3×4 e título de eleitor.

Já para as crianças de 0 a 3 anos, os pais ou responsáveis deverão procurar o setor de vagas da Secretaria de Municipal de Educação, localizada na Avenida dos Jacarandás, n. 2424, Setor Industrial Sul, das 07h às 13h, a partir do 13/02/23, munidos da cópia da certidão de nascimento da criança e comprovante de residência, para realizarem o cadastro.

Leia Também:  PRF apreende pasta base de cocaína em Pontes e Lacerda

CRONOGRAMA DE MATRÍCULAS:

A partir do 23/01: Novos alunos do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano) e Educação Infantil (pré-escola 04 e 05 anos).

Onde: Na unidade escolar.

A partir do dia 13/02: Cadastro para crianças de 0 a 3 anos

Onde: Setor de vagas da Secretaria de Municipal de Educação.

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLICIAL

Operação da Polícia Civil mira grupo que manipulava imagens de adolescentes e vendia como conteúdos pornográficos

A Polícia Civil deflagrou, nesta quarta-feira (27.5), a Operação Máxima Proteção, para cumprir três ordens judiciais em Juína, Sinop e Cacoal (RO), visando desarticular um grupo investigado pela produção, armazenamento e comercialização de conteúdos pornográficos ilícitos envolvendo manipulação digital de imagens de adolescentes.

A investigação conduzida pela Delegacia de Juína começou após a identificação de quatro adolescentes, alunos de uma escola particular do município, suspeitos de envolvimento no caso. Com o avanço das apurações, a Polícia Civil também identificou a participação de maiores de idade, o que levou à abertura de um inquérito para aprofundar as investigações.

Até o momento, aproximadamente 30 vítimas foram identificadas em Juína, a maioria adolescentes, estudantes de duas escolas particulares do município e também do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT).

Segundo a investigação, os suspeitos usavam uma ferramenta de inteligência artificial para alterar e criar conteúdos falsos com aparência realista, dificultando a identificação da fraude.

Durante as diligências, os elementos técnicos demonstraram que os investigados produziam montagens pornográficas ilícitas utilizando imagens das vítimas, armazenavam os arquivos em dispositivos eletrônicos e serviços de nuvem, além de compartilharem os conteúdos com terceiros. A investigação apontou que as práticas ocorriam de forma reiterada e organizada, com divisão implícita de funções entre os envolvidos.

Leia Também:  Operação tem foco no isolamento de líderes criminosos para evitar que continuem ordenando crimes 

As apurações indicam ainda que dois adolescentes, ambos de 15 anos, passaram a explorar economicamente os conteúdos produzidos, cobrando valores que variavam de R$ 30 por fotografia a até R$ 120 por vídeo.

Os extratos bancários analisados revelaram movimentações financeiras compatíveis com atividade ilícita, demonstrando recebimentos frequentes, diversidade de remetentes e compatibilidade com os valores negociados nas conversas obtidas durante a investigação.

A análise dos dados identificou compradores distribuídos em diversos estados da federação, incluindo Minas Gerais, Pará, Rondônia, Tocantins e Bahia, evidenciando o caráter interestadual da prática criminosa e aumentando a complexidade investigativa.

Também foi constatado que os suspeitos utilizavam perfis falsos em redes sociais, com identidades femininas fictícias, utilizados para divulgação dos conteúdos ilícitos, contato com compradores e simulação de legitimidade. O Facebook era a principal plataforma utilizada pelo grupo.

As investigações apontam que os envolvidos atuavam de forma minimamente organizada, com produção sistemática de conteúdo pornográfico ilícito, compartilhamento de ferramentas tecnológicas, divisão de tarefas e planejamento financeiro.

No estado de Rondônia, a operação teve como alvo um homem de 20 anos, investigado por participação nos fatos apurados. O mandado de busca e apreensão contra ele foi cumprido pela equipe de Juína, com apoio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cacoal (RO), após levantamento do Núcleo de Inteligência (NI) do Núcleo de Inteligência da Delegacia de Cacoal.

Leia Também:  Defaz aumenta representações judiciais em 341% e bloqueia mais de R$ 620 milhões em operações em 2025

Os investigados poderão responder, em tese, pelos crimes previstos no Art. 241-C da Lei nº 8.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente), além de outros delitos eventualmente identificados no decorrer das investigações.

“A Operação Máxima Proteção reforça o compromisso da Polícia Civil com a proteção integral de crianças e adolescentes e destaca a importância da conscientização sobre os riscos e consequências do uso criminoso de ferramentas de manipulação digital”, afirmou o delegado Jean Andrade Araújo.

Fonte: Policia Civil MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA