MATO GROSSO

Secretário de Planejamento e Gestão é eleito vice-presidente do Consad

O Secretário de Estado de Planejamento e Gestão, Basílio Bezerra, foi eleito vice-presidente do Conselho Nacional de Secretários de Estado da Administração (Consad). A eleição foi nesta terça-feira (22), durante a realização do Consad Express, em São Paulo-SP.

“Trabalharemos durante esta gestão com o objetivo de pensar modelos de gestão pública com foco em resultados e voltados para o bom atendimento ao cidadão em todo país”, disse Bezerra.

O secretário de Administração e Gestão do Governo do Estado do Amazonas, Fabrício Barbosa, foi eleito presidente. Ele terá o apoio dos vices Basilio Bezerra e da secretária de Administração do Estado da Paraíba, Jaqueline Gusmão.

Para o Conselho Fiscal, os votos foram para o secretário da Administração da Bahia, Edelvino Goes, e para o secretário de Administração e da Previdência do Paraná, Elisandro Frigo. 

Sobre o Consad

O Consad é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos, com sede em Brasília (Distrito Federal), criada em novembro de 2000, que reúne representantes de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal.

Leia Também:  Polícia Civil prende homem condenado a mais de nove anos por estupro de vulnerável

Os secretários de Estado de Administração do país promovem encontros periódicos, visando a troca de experiências e a busca de soluções criativas para o aperfeiçoamento da gestão pública no Brasil.

Um colegiado que se fortaleceu ao longo dos anos, pautado por um ambiente de trabalho plural, multipartidário e propício ao debate e ao desenvolvimento da administração pública estadual, mantendo espaços permanentes de troca de experiências e de discussão sobre boas práticas de gestão pública.

Fonte: GOV MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Leia Também:  Corpo de Bombeiros resgata tatu-galinha que estava em área urbana de município

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Leia Também:  Sefaz divulga índices preliminares para distribuição do ICMS em 2025

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA