AGRONEGÓCIO

Força-tarefa fiscaliza resíduos de agrotóxicos e rastreabilidade de origem de frutas e legumes na Ceagesp

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), encerrou nesta sexta-feira (16) a força-tarefa de fiscalização de resíduos de agrotóxicos e rastreabilidade de origem de frutas e legumes. 

Na ação concentrada na Ceagesp, a maior a central de abastecimento de frutas, legumes, verduras, flores, pescados e diversos da América Latina, a equipe de fiscalização inspecionou e encaminhou 105 lotes de frutas e hortícolas ao laboratório federal agropecuário para a verificação de resíduos de agrotóxicos, a fim de verificar a presença de resíduos de agrotóxicos proibidos ou em desacordo com os parâmetros de segurança da legislação brasileira. Dependendo do tamanho do lote avaliado, a multa por venda de produto impróprio ao consumo em função de aplicação irregular de agrotóxicos pode chegar a até R$ 532 mil. 

Na avaliação da rastreabilidade dos produtos, por meio da verificação de documentação fiscal e registros de identificação da mercadoria, a força-tarefa constatou que muitos hortícolas comercializados apresentavam informações incompletas ou incoerentes, tornando impossível identificar o agricultor responsável pela produção do item. Em casos como este, o comerciante assume a responsabilidade pela venda do produto. 

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Ao final da operação, o Mapa, a Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo e Ministério Público se reuniram para definir um plano de ação conjunto para inibir as irregularidades verificadas no comércio de frutas, verduras e legumes  na central

Fonte: AgroPlus

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AGRONEGÓCIO

El Niño 2026: saiba detalhes sobre o monitoramento, previsões e os possíveis impactos do fenômeno no Brasil

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (CEMADEN), o Serviço Geológico do Brasil (SGB) e a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (SEDEC) divulgaram nesta segunda-feira (29), o Boletim nº 1 com o objetivo de apresentar o monitoramento, previsões e os possíveis impactos do El Niño no Brasil em 2026.

O documento é resultado do trabalho realizado em parceria pelos órgãos nacionais e oficiais sobre monitoramento, regulação do uso das águas, gestão de riscos e previsão do clima e tempo. Mensalmente, o conteúdo será atualizado para disponibilizar informações acerca do fenômeno e, assim, apoiar os órgãos federais e estaduais além de contribuir para a tomada de decisões governamentais referentes ao País.

De acordo com o boletim, em junho de 2026 as condições observadas de temperatura da superfície do mar mostram um padrão típico do fenômeno El Niño. Este padrão se apresenta na forma de uma faixa de águas quentes em grande parte do Oceano Pacífico Equatorial que, próximo à costa da América do Sul, são superiores a 2°C.

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Previsão para os próximos meses

A previsão climática para o trimestre julho-agosto-setembro de 2026 indica, de forma geral, chuvas acima da média em áreas da Região Sul do Sul e, chuvas abaixo da média no centro-norte do País.

Ainda, as previsões indicam alta probabilidade de temperaturas acima de média no segundo semestre que, podem aumentar os eventos de onda de calor e a ocorrência de incêndios florestais.

Sobre a previsão da persistência do El Niño e sua intensidade, os modelos indicam probabilidade acima de 90% de permanência do fenômeno até, pelo menos o início de 2027, com alta probabilidade de ocorrência de um El Niño muito forte, quando as anomalias/desvios de temperatura da superfície do mar (TSM) no Oceano Pacífico Equatorial ficam acima de 2,0°C, entre a primavera e o verão de 2026.

Monitoramento contínuo e previsão de impactos

O boletim destaca a importância do acompanhamento das atualizações diárias e mensais dos órgãos para informações acerca de possíveis impactos na agricultura, níveis de rios e reservatórios prioritários além de riscos para inundações e deslizamentos.

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Importante também as recomendações e orientações da Defesa Civil Nacional, especialmente sobre as medidas de autoproteção para a população.

A atuação antecipada e coordenada entre os diferentes níveis de governo e instituições parceiras é fundamental para reduzir os impactos do fenômeno El Niño sobre a população brasileira. O monitoramento contínuo, o planejamento integrado e a adoção tempestiva de medidas de preparação e resposta constituem elementos essenciais para o fortalecimento da gestão de riscos e desastres no país.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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