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ALGODÃO/CEPEA: Ainda renovando máximas nominais, Indicador se aproxima dos R$ 8/lp

Cepea, 11/5/2022 – O movimento de alta nos preços do algodão em pluma segue firme no Brasil, e o Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, vem renovando as máximas nominais de forma consecutiva. Diante disso, o Indicador já se aproxima dos R$ 8/libra-peso – nessa terça-feira, 10, fechou a R$ 7,8677/lp. Segundo pesquisadores do Cepea, o suporte vem da postura firme de vendedores, que continuam pedindo preços acima dos ofertados por compradores. Estes vendedores estão atentos à valorização do dólar frente ao Real e ao atual patamar da paridade de exportação. Além disso, a oferta de algodão – sobretudo de qualidade – da safra 2020/21 vem se reduzindo, o que leva compradores com necessidade imediata a ceder e pagar valores maiores em novas aquisições pontuais no spot. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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Obrigatoriedade de CNPJ é adiada: veja o que muda para o produtor

O produtor rural que atua como pessoa física ganhou mais tempo para se organizar com as novas regras da Reforma Tributária. A Receita Federal e o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços decidiram adiar a obrigatoriedade do CNPJ para emissão de notas fiscais: a regra só passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2027.

Até o final de 2026, nada muda na emissão das suas notas. O produtor rural vai continuar utilizando o mesmo sistema e a mesma identificação que já usa hoje para vender sua produção ou comprar insumos.

O governo admite que o sistema precisa ser mais simples e por isso adiou. Este tempo extra serve para que a Receita desenvolva uma plataforma totalmente digital, que seja fácil de usar e que já venha integrada à emissão da nota fiscal. A ideia é evitar que o produtor tenha que fazer cadastros complicados em vários órgãos diferentes.

O que o produtor deve:

 Embora o prazo tenha aumentado, não é hora de deixar o assunto de lado. As entidades do setor reforçam três pontos principais:

  1. Não confunda adiamento com cancelamento: A obrigatoriedade do CNPJ continua valendo para o futuro. Não trate isso como algo que “não vai mais acontecer”.

  2. Aproveite a transição: Use o tempo disponível para entender como essa mudança vai afetar sua contabilidade. O sistema novo deve ser mais simples, mas a exigência documental é real.

  3. Procure ajuda técnica: Se você tem dúvidas sobre como essa mudança afeta seu CPF ou sua atividade, consulte seu contador de confiança ou a assessoria jurídica da sua associação de classe.

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O importante é utilizar esse período para se adequar gradualmente, garantindo que, quando chegar 2027, o produtor já saiba exatamente o que fazer, evitando surpresas que possam travar a venda da safra ou a compra de insumos.

Fonte: Pensar Agro

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