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Alunos de Direito são recebidos no Tribunal de Justiça pelo Nosso Judiciário

“A visita dos estudantes ao prédio do Tribunal de Justiça tem um significado singular, e, além disso, quebra a ideia de que o judiciário é distante. Nesse tempo, quase três horas de visita, passam a compreender melhor os ensinamentos e conhecimentos recebidos na formação”. É com essa visão que a coordenadora do Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ) do Curso de Direito, da Universidade de Cuiabá (Unic), Adriana Cardoso Sales de Oliveira justifica a participação de acadêmicos do 9° e 10° semestres na visita programada pelo projeto Nosso Judiciário.
 
Depois de conhecer vários setores do Tribunal de Justiça, entre os quais os plenários, a visita foi encerrada no Espaço Memória. Além de fotografar o ambiente, os alunos tiveram a oportunidade de falar com o coordenador da Coordenadoria Judiciária, Bruno José Fernandes da Silva. Ele deu detalhes sobre o trabalho desenvolvido na Justiça e citou algumas atribuições da Coordenadoria Judiciária.
 
Bruno José encorajou os estudantes a se tornarem profissionais do Direito ao dizer que a advocacia abre portas no mercado de trabalho especialmente em práticas jurídicas. O coordenador frisou ainda sobre a evolução tecnológica no judiciário com a virtualização 100% programada dos feitos processuais.
 
“Estou impressionada com essa visita, principalmente porque estou somando conhecimentos. Penso, depois de atuar na advocacia, tentar a carreira na magistratura”, informou Islly Aparecida Conceição Tapajós, do 9° semestre. A estudante conta que teve a oportunidade de conhecer a sede do Tribunal de Justiça há oito anos, quando fazia o ensino médico, em uma escola estadual de Cuiabá. “Só que agora tudo tem outro sentido, porque logo estarei formada em Direito”.
 
Além do coordenador Judiciário do Tribunal de Justiça, os estudantes foram recepcionados pelo desembargador Paulo da Cunha. O magistrado parabenizou os futuros operadores do Direito e destacou que em breve, quando concluírem o curso, vão deixar a vida de estudantes para assumirem a vida de estudiosos. “Agora, começa o período de escolher a área do Direito que querem atuar. Espero que todos e todas alcancem os objetivos e tenham muito sucesso na carreira”, desejou o desembargador.
 
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Descrição da imagem – Foto colorida, no Espaço Memória, na sede do Tribunal de Justiça, desembargador Paulo da Cunha, no centro da imagem, de terno azul marinho e camisa azul clara, ao lado de sete estudantes de Direito da Unic, Beira Rio.
 
 
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

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Operação conjunta com Juizado Ambiental apreende quase uma tonelada de pescado irregular em Cuiabá

Peixes de diferentes tamanhos armazenados em um freezer durante fiscalização ambiental. Uma mão aparece sobre os exemplares, indicando a comparação de tamanho dos pescados apreendidos.Uma operação conjunta entre o Juizado Volante Ambiental (Juvam), do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), realizada na manhã de terça-feira (2 de junho), resultou na apreensão de 991 quilos de pescado irregular em Cuiabá.

A fiscalização ocorreu em uma residência e em uma feira livre localizada na Avenida Beira Rio, no bairro Praeirinho. Durante a ação, as equipes encontraram exemplares de espécies cuja captura, transporte, armazenamento e comercialização são proibidos pela legislação estadual, além de peixes com tamanho inferior ao permitido pelas normas ambientais.

Entre os peixes apreendidos estavam exemplares de pintado, dourado e piraputanga, espécies protegidas pela Lei Estadual nº 12.434/2024, conhecida como Lei do Transporte Zero, além de pacus abaixo da medida mínima (45cm) exigida para captura. A legislação vigente em Mato Grosso proíbe, até 2029, a captura, o transporte, o armazenamento e a comercialização de 12 espécies nativas consideradas estratégicas para a preservação dos estoques pesqueiros do Estado.

O 1º sargento da Polícia Militar Ambiental e integrante do Juvam, Marcello Amui, aparece em primeiro plano durante entrevista. Ele veste farda camuflada e está em ambiente interno.De acordo com o 1º sargento da Polícia Militar Ambiental que atua no Juvam, Marcello Amui, também foram apreendidos exemplares de tambaqui. “Embora a espécie tenha captura permitida, os peixes estavam armazenados juntamente com espécies de posse irregular e, por isso, foram apreendidos”.

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O militar informou que todo o pescado recolhido será destinado a instituições sociais cadastradas, garantindo o aproveitamento adequado dos alimentos e beneficiando famílias em situação de vulnerabilidade.

Fiscalização permanente

A operação integra o conjunto de ações desenvolvidas pelo Juvam em parceria com órgãos ambientais e de segurança pública para combater crimes contra a fauna, a pesca predatória e outras infrações ambientais em Mato Grosso.

“A união das instituições é fundamental para o êxito dessas operações. O Juvam está sempre à disposição para apoiar as fiscalizações e o combate aos crimes e ilícitos ambientais”, destacou o sargento.

Além da atuação fiscalizatória, a unidade desenvolve atividades de educação ambiental, conciliação e orientação à população.

Regras da pesca em Mato Grosso

Três agentes de fiscalização ambiental posam em uma sala ao lado de freezers com peixes apreendidos. Eles seguram exemplares de diferentes espécies durante operação conjunta de combate à pesca irregular realizada em Cuiabá. Ao fundo, os freezers abertos exibem parte do pescado apreendido.Desde o encerramento da Piracema, em 31 de janeiro, a pesca voltou a ser permitida nas bacias hidrográficas do Estado. Entretanto, permanecem em vigor as restrições previstas na Lei do Transporte Zero.

Continuam proibidas a captura, o transporte, o armazenamento e a comercialização das espécies cachara, caparari, dourado, jaú, matrinchã, pintado (surubim), piraíba, piraputanga, pirarara, pirarucu, trairão e tucunaré. Para as demais espécies, a atividade pesqueira deve respeitar tamanhos mínimos, cotas e demais exigências legais.

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O sargento reforçou que o descumprimento das normas ambientais pode resultar em multas, apreensão do pescado, embarcações e equipamentos utilizados na infração, além da responsabilização criminal dos envolvidos.

Denúncias

Casos de pesca ilegal e outros crimes ambientais em Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio de Leverger podem ser denunciados ao Juvam pelo telefone e WhatsApp (65) 3648-6880 ou pelo e-mail [email protected]. Ocorrências em outras regiões do Estado também podem ser comunicadas à Sema, pelo WhatsApp (65) 99321-9997 e (65) 98153-0255, ou à Polícia Militar, por meio do telefone 190.

Autor: Marcia Marafon

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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