AGRONEGÓCIO
ATeG voltado a suinocultores independentes busca melhorias na gestão e melhor remuneração
Com a melhoria da qualidade de vida dentro da propriedade e as orientações técnicas, a transformação de vida é questão de tempo.
Com a nova vertente da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) Aves e Suínos do Senar/MS, os suinocultures independentes terão recomendações técnicas para se enquadrarem em programas especiais que devem melhorar a remuneração e desempenho da granja. Esse é o tema da série #TransformandoVidas desta semana.
“Vamos integrar as recomendações técnicas com as recomendações gerenciais para que o produtor tenha enquadramento em programas especiais como é o caso do Leitão Vida, por exemplo. Com base nisso, ele tem uma remuneração melhorada e um desempenho melhor no seu projeto”, comenta Volmir Meneguzzo, técnico de campo do ATeG Aves e Suínos.
Além dos aspectos de gestão, as orientações do programa também focam em outras frentes. “O atendimento tem ênfase na análise e desempenho dos critérios ambientais, nos critérios de enquadramento social, evitando que o produtor tenha multas, penalidades e que o custo de produção se eleve significativamente”, completa Volmir.
Com a melhoria da qualidade de vida dentro da propriedade e as orientações técnicas, a transformação de vida é questão de tempo.
“Também ocorre naturalmente a qualidade de vida de seus colaboradores e equipe que estão envolvidos no projeto, evitando assim penalizações e problemas de não enquadramento nos critérios sociais e ambientais”, conclui Volmir.
Transformando Vidas – Toda sexta-feira, o Sistema Famasul divulga uma reportagem sobre a atuação do Senar/MS e as suas transformações no campo. Confira outras histórias de sucesso no canal no YouTube, e conteúdos sobre Piscicultura do Senar/MS em ‘Mercado Agropecuário’ e ‘Educação no Campo’.
Assessoria de Comunicação do Sistema Famasul – Leandro Abreu
AGRONEGÓCIO
Abertura de mercado para o Brasil no Chile
O governo brasileiro concluiu negociações que permitirão ao Brasil exportar grãos secos de destilaria (DDG/DDGS) para o Chile.
A abertura beneficia importante insumo agrícola gerado a partir da produção de etanol de milho. Os grãos secos de destilaria (DDG/DDGS) são utilizados na produção de ração para aves, bovinos e suínos.
Em 2025, o Brasil exportou mais de US$ 2,2 bilhões em produtos agropecuários para o Chile, com destaque para carnes, produtos florestais e o complexo soja.
Com esse anúncio, o agronegócio brasileiro alcança 601 aberturas de mercado desde 2023.
Tais resultados são fruto do trabalho conjunto entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE).
Informações à imprensa
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