TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Escritório Social de Cuiabá realiza evento com apoio do GMF


Escritório Social de Cuiabá realiza evento com egressos do sistema prisional e suas famílias. Foram doadas 170 cestas básicas, distribuídos kits de higiene e cobertores a homens e mulheres egressos de todo o sistema penitenciário da região metropolitana de Cuiabá.

 
O acolhimento é a grande chave do trabalho, que tem o apoio do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário de Mato Grosso (GMF). Além das doações, foram oferecidos cursos de refrigeração, mecânico, barbeiro, cabeleireiro pelos Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e rural (Senar) e divulgadas vagas de trabalho que estão disponíveis para egressos do regime semiaberto e seus familiares.
 
“Foi bonito, foi muito bacana. Nosso objetivo é garantir que esse egresso não retorne para o mundo do crime, que ele entenda que não está sozinho aqui fora, que ao sair ele não ficará desamparado, há quem vai fazer algo por ele”, explica a diretora executiva da Fundação Nova Chance e coordenadora do Escritório Social de Cuiabá, Beatriz de Fátima Dziobat.
 
Este foi o primeiro evento desta natureza realizado pelo Escritório Social. O público do evento foi estimado em 250 pessoas, sendo cerca de 60% composto por egressos homens e mulheres em todos os regimes de pena.
 
O diferencial do Escritório Social é o acolhimento, o suporte, para evitar a volta à mesma vida de antes, com o estereótipo de presidiário, com tornozeleira na perna. “Eles saem com apoio de toda forma, com documentação, orientação, encaminhamento de como recomeçar a vida, onde encontrar tratamento de saúde, como se cuidar”, completa a coordenadora.
 
Escritório Social – É um equipamento de gestão compartilhada entre os Poderes Judiciário e Executivo, responsável por realizar acolhimento e encaminhamentos das pessoas egressas do sistema prisional e seus familiares para políticas públicas. O objetivo é articular uma política intersetorial e interinstitucional de inclusão social que se correlaciona e demanda iniciativas de diferentes políticas públicas estaduais e municipais, além de envolver sistemas e atores da sociedade civil.
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. 
Primeira imagem: Foto horizontal da mesa com sete representantes da Fundação Nova Chance, GMF e autoridades do sistema prisional de Cuiabá. Eles estão sentados em uma mesa grande e um homem fala ao microfone em um púlpito.
Segunda imagem: Foto horizontal do público do evento. Centenas de pessoas estão sentadas em cadeiras brancas embaixo de uma tenda branca.
Terceira imagem: Foto horizontal de uma entrega da cesta básica e do kit higiene e cobertor. Os representantes da Fundação Nova Chance entregam para um homem e uma mulher.
 
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Leia Também:  Alunos de Direito são recebidos no Tribunal de Justiça pelo Nosso Judiciário

Propaganda

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Operação conjunta com Juizado Ambiental apreende quase uma tonelada de pescado irregular em Cuiabá

Peixes de diferentes tamanhos armazenados em um freezer durante fiscalização ambiental. Uma mão aparece sobre os exemplares, indicando a comparação de tamanho dos pescados apreendidos.Uma operação conjunta entre o Juizado Volante Ambiental (Juvam), do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), realizada na manhã de terça-feira (2 de junho), resultou na apreensão de 991 quilos de pescado irregular em Cuiabá.

A fiscalização ocorreu em uma residência e em uma feira livre localizada na Avenida Beira Rio, no bairro Praeirinho. Durante a ação, as equipes encontraram exemplares de espécies cuja captura, transporte, armazenamento e comercialização são proibidos pela legislação estadual, além de peixes com tamanho inferior ao permitido pelas normas ambientais.

Entre os peixes apreendidos estavam exemplares de pintado, dourado e piraputanga, espécies protegidas pela Lei Estadual nº 12.434/2024, conhecida como Lei do Transporte Zero, além de pacus abaixo da medida mínima (45cm) exigida para captura. A legislação vigente em Mato Grosso proíbe, até 2029, a captura, o transporte, o armazenamento e a comercialização de 12 espécies nativas consideradas estratégicas para a preservação dos estoques pesqueiros do Estado.

O 1º sargento da Polícia Militar Ambiental e integrante do Juvam, Marcello Amui, aparece em primeiro plano durante entrevista. Ele veste farda camuflada e está em ambiente interno.De acordo com o 1º sargento da Polícia Militar Ambiental que atua no Juvam, Marcello Amui, também foram apreendidos exemplares de tambaqui. “Embora a espécie tenha captura permitida, os peixes estavam armazenados juntamente com espécies de posse irregular e, por isso, foram apreendidos”.

Leia Também:  Informatização do Judiciário é tema da nova edição do Explicando Direito

O militar informou que todo o pescado recolhido será destinado a instituições sociais cadastradas, garantindo o aproveitamento adequado dos alimentos e beneficiando famílias em situação de vulnerabilidade.

Fiscalização permanente

A operação integra o conjunto de ações desenvolvidas pelo Juvam em parceria com órgãos ambientais e de segurança pública para combater crimes contra a fauna, a pesca predatória e outras infrações ambientais em Mato Grosso.

“A união das instituições é fundamental para o êxito dessas operações. O Juvam está sempre à disposição para apoiar as fiscalizações e o combate aos crimes e ilícitos ambientais”, destacou o sargento.

Além da atuação fiscalizatória, a unidade desenvolve atividades de educação ambiental, conciliação e orientação à população.

Regras da pesca em Mato Grosso

Três agentes de fiscalização ambiental posam em uma sala ao lado de freezers com peixes apreendidos. Eles seguram exemplares de diferentes espécies durante operação conjunta de combate à pesca irregular realizada em Cuiabá. Ao fundo, os freezers abertos exibem parte do pescado apreendido.Desde o encerramento da Piracema, em 31 de janeiro, a pesca voltou a ser permitida nas bacias hidrográficas do Estado. Entretanto, permanecem em vigor as restrições previstas na Lei do Transporte Zero.

Continuam proibidas a captura, o transporte, o armazenamento e a comercialização das espécies cachara, caparari, dourado, jaú, matrinchã, pintado (surubim), piraíba, piraputanga, pirarara, pirarucu, trairão e tucunaré. Para as demais espécies, a atividade pesqueira deve respeitar tamanhos mínimos, cotas e demais exigências legais.

Leia Também:  Presidente do Tribunal palestra sobre mediação na era digital em congresso de network jurídico

O sargento reforçou que o descumprimento das normas ambientais pode resultar em multas, apreensão do pescado, embarcações e equipamentos utilizados na infração, além da responsabilização criminal dos envolvidos.

Denúncias

Casos de pesca ilegal e outros crimes ambientais em Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio de Leverger podem ser denunciados ao Juvam pelo telefone e WhatsApp (65) 3648-6880 ou pelo e-mail [email protected]. Ocorrências em outras regiões do Estado também podem ser comunicadas à Sema, pelo WhatsApp (65) 99321-9997 e (65) 98153-0255, ou à Polícia Militar, por meio do telefone 190.

Autor: Marcia Marafon

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA