POLÍTICA MT
Planos de saúde poderão ter que reembolsar consumidores por indisponibilidade do serviço previsto em contrato
Foto: JLSIQUEIRA / ALMT
O Projeto de Lei n° 399/22 obriga as operadoras de plano de saúde a reembolsarem, no valor previsto em tabela, o tratamento e/ou terapia cobertos, caso tenha sido custeado pelo consumidor, em razão da indisponibilidade do serviço previsto em contrato. O texto, que tramita na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), é de autoria do deputado estadual Paulo Araújo (Progressistas).
O autor do projeto, Paulo Araújo argumenta que os contratos de planos de saúde revelam-se como uma típica relação de consumo, cuja obrigação por parte da operadora do plano de saúde é fornecer um tratamento, por isso consiste em uma obrigação de resultado competindo-lhe apenas proporcionar assistência total para a prevenção ou cura do paciente, com a devida qualidade e adequação, independente do êxito do tratamento.
“Essa busca é necessária diante da importância destes planos na vida das pessoas, tendo em vista que são nos momentos de enfermidade que os consumidores mais precisam desse serviço; entretanto, muitas das vezes acontecem os impasses, pois nem sempre as operadoras dão a cobertura devida aos tratamentos médicos e hospitalares que os consumidores necessitam ou, mesmo cobrindo, se negam a dar a cobertura contratada”, afirmou Paulo Araújo na justificativa do projeto.
De acordo com a proposta apresentada, existem medidas de penalização às operadoras que descumprirem as determinações previstas no projeto, a fim de proporcionar a segurança jurídica necessária ao cumprimento da lei.
O artigo segundo do projeto afirma que o descumprimento da lei, sujeitará o infrator as seguintes penalidades: advertência; multa a ser estipulada entre 100 a 500, Unidade Padrão Fiscal de Mato Grosso (UPF-MT); e aplicação do dobro da multa estipulada primariamente, caso persista o descumprimento desta lei.
O Projeto de Lei foi lido na sessão do dia 13 de abril e agora segue para análise nas comissões do Parlamento.
POLÍTICA MT
Após derrota nas urnas, Emanuelzinho segue histórico de acusações contra a família Pinheiro e é acusado de “calote” em cabos eleitorais – veja os prints
Trabalhadores de Nova Monte Verde dizem que não receberam pelos serviços prestados na campanha; mensagens revelam “vaquinha” para comprar leite e chinelo para criança
O episódio coloca novamente a família Pinheiro no centro de acusações envolvendo supostos pagamentos não realizados. Desta vez, as cobranças recaem sobre Emanuelzinho, que deixou as urnas sem conseguir a reeleição e agora enfrenta reclamações de trabalhadores que afirmam não ter recebido pelos serviços prestados durante a campanha.
A denúncia foi publicada inicialmente pelo FolhaMax, que teve acesso a conversas atribuídas aos trabalhadores. Os relatos apontam que cabos eleitorais contratados para atuar em Nova Monte Verde aguardavam o pagamento mesmo depois do encerramento da eleição.
E podemos usar uma frase mais pesada na sequência, mas ainda juridicamente atribuída:
Para os trabalhadores que fazem as cobranças, muda o personagem, mas a história se repete: serviço prestado, eleição encerrada e dinheiro ainda não recebido.
Fonte: Folhamax

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