AGRONEGÓCIO

ETANOL/CEPEA: Com alta da gasolina, Indicador do hidratado sobe mais de 8%


Cepea, 15/3/2022 – Pesquisadores do Cepea indicam que, após o anúncio do aumento do preço da gasolina nas refinarias por parte da Petrobras na semana passada, as altas dos valores do etanol no segmento produtor se intensificaram tanto em São Paulo quanto nas demais regiões do Centro-Sul acompanhadas pelo Cepea. Diante do anúncio, a valorização do etanol hidratado era esperada por agentes do setor, tendo em vista que esse combustível é substituto da gasolina nas bombas. No caso do anidro, há tendência de preço similar à do hidratado, sendo produtos alternativos nas unidades produtoras. Assim, entre 7 e 11 de março, o Indicador CEPEA/ESALQ semanal do hidratado fechou a R$ 3,1606/litro, forte alta de 8,2% frente ao período anterior – trata-se da terceira maior elevação da temporada 2021/22. No caso do anidro, houve valorização de 3,83%, com o Indicador CEPEA/ESALQ fechando em R$ 3,3452/litro. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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AGRONEGÓCIO

Zarc do milho é atualizado com nova classificação de solos e séries climáticas

O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura do milho grão foi atualizado. As portarias com os novos zoneamentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (10).

A atualização contempla revisão da classificação dos solos por capacidade de água disponível e atualização das séries históricas do clima. As alterações refletem, sobretudo, a crescente variabilidade climática e o aumento da frequência de ocorrência de eventos extremos nos últimos anos, como secas e excesso de chuvas. 

Para o cálculo do risco são utilizadas séries de 30 anos de dados meteorológicos, incluindo temperaturas máxima, mínima e média, precipitação e evapotranspiração de referência. Também são considerados parâmetros relacionados à cultura e às características dos solos.

Classes de águas disponíveis 

O estudo passa a utilizar seis classes de água disponível no solo, que variam de AD1 (baixa retenção) a AD6 (alta retenção de água), substituindo a classificação anteriormente baseada em três grupos de solos.

Segundo pesquisadores da Embrapa responsáveis pelos estudos do Zarc, a classificação por água disponível permite caracterizar de forma mais detalhada as condições dos diferentes ambientes de produção. A capacidade de armazenamento de água depende das características físicas do solo e não apenas de sua textura.

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Base climática

A atualização também incorpora novos dados meteorológicos às séries históricas utilizadas nos estudos, incluindo informações de chuva e temperatura provenientes de um número ampliado de estações meteorológicas.

As informações são utilizadas na definição das épocas de semeadura com menor risco climático para a cultura, considerando as condições observadas nas diferentes regiões produtoras do país.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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