AGRONEGÓCIO

Região Oeste de Mato Grosso recebe primeira etapa do mutirão rural 2022


Inicia hoje (16.02) a primeira edição do Mutirão Rural 2022. Cerca de 30 serviços serão ofertados na comunidade Cachoeirinha, município de Araputanga durante todo o dia. Ainda estão previstos, para essa semana, outras duas cidades: Jauru no dia 17 de fevereiro e Vila Bela da Santíssima Trindade no sábado, 19.02.

Dentre os serviços ofertados estão atendimento médico e odontológico, consulta oftalmológica, produção de óculos de grau, atendimento jurídico, educação financeira, educação no trânsito, corte de cabelo etc.

Edição de 2021

A ação é promovida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT), Sindicatos Rurais e parceiros. Em 2021 foram realizados 17 eventos. Ao longo de 2022, a previsão é de 50. A programação está sujeita a alteração de acordo com os decretos municipais vigentes nas datas previstas das ações.

Para o superintendente do Senar-MT, Francisco Olavo Pugliesi de Castro, mais conhecido como Chico da Pauliceia, o Mutirão Rural é uma das principais ações da instituição e uma das formas de retribuição à contribuição do produtor rural. “Levamos cidadania por meio do mutirão há mais de 25 anos, utilizando o recurso do produtor para benefício das comunidades rurais mato-grossenses”, destaca.

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Edição de Sapezal em 2021

De acordo com o diretor de operações do Senar-MT, Carlos Augusto Zanata, mais conhecido como Guto Zanata, a instituição está se preparando para atender as comunidades da melhor forma possível. “Quando a gente chega nessas comunidades distantes, realmente resolvemos os problemas daquelas pessoas. É uma prestação de serviço que temos prazer de fazer, por podermos atender a necessidade daquele público”, destaca.

Parceiros institucionais – Sindicatos Rurais, Prefeituras Municipais, Sicredi, Federação dos Trabalhadores na Agricultura em Mato Grosso (Fetagri), Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Defensoria Pública, Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT), Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) e Justiça Comunitária.

Programação do Mutirão Rural 2022

16.02 – Araputanga

Escola Estadual Senador Teotônio Vilela – Comunidade Cachoeirinha

17.02 – Jauru

Escola Municipal Professora Rosimeire Aparecida – Comunidade São José

19.02 – Vila Bela da Santíssima Trindade

Escola Municipal Dom Antônio Rolim de Moura – Comunidade Seringal II

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Fonte: CNA Brasil

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AGRONEGÓCIO

Zarc do milho é atualizado com nova classificação de solos e séries climáticas

O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura do milho grão foi atualizado. As portarias com os novos zoneamentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (10).

A atualização contempla revisão da classificação dos solos por capacidade de água disponível e atualização das séries históricas do clima. As alterações refletem, sobretudo, a crescente variabilidade climática e o aumento da frequência de ocorrência de eventos extremos nos últimos anos, como secas e excesso de chuvas. 

Para o cálculo do risco são utilizadas séries de 30 anos de dados meteorológicos, incluindo temperaturas máxima, mínima e média, precipitação e evapotranspiração de referência. Também são considerados parâmetros relacionados à cultura e às características dos solos.

Classes de águas disponíveis 

O estudo passa a utilizar seis classes de água disponível no solo, que variam de AD1 (baixa retenção) a AD6 (alta retenção de água), substituindo a classificação anteriormente baseada em três grupos de solos.

Segundo pesquisadores da Embrapa responsáveis pelos estudos do Zarc, a classificação por água disponível permite caracterizar de forma mais detalhada as condições dos diferentes ambientes de produção. A capacidade de armazenamento de água depende das características físicas do solo e não apenas de sua textura.

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Base climática

A atualização também incorpora novos dados meteorológicos às séries históricas utilizadas nos estudos, incluindo informações de chuva e temperatura provenientes de um número ampliado de estações meteorológicas.

As informações são utilizadas na definição das épocas de semeadura com menor risco climático para a cultura, considerando as condições observadas nas diferentes regiões produtoras do país.

Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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