POLÍTICA MT

DNIT providencia manutenção em trecho nas BRs-163/364


Foto: SAMANTHA DOS ANJOS / Assessoria de Gabinete

Ao seguir de Rondonópolis para Cuiabá, no dia 9 de fevereiro, o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) parou na rodovia BR-163/364 para fiscalizar o trecho com problemas críticos na malha viária. Ao chegar na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), reuniu-se com os gerentes de Relações Institucionais e de Engenharia da Concessionária da Rota do Oeste, Roberto Madureira e Vitor Lima, para tratar sobre a situação e encaminhou a Indicação n.º 205/2022 ao Departamento Nacional de Infraestrutura e Trânsito (DNIT).

O resultado deste encontro é o comunicado emitido na manhã de sábado (12), sobre o desvio no tráfego da rodovia (sentido norte), no município de Jaciara – no KM 277 – em que o DNIT será responsável pela manutenção das obras emergenciais e a interdição e sinalização ficará sob o comando da Rota do Oeste e Polícia Rodoviária Federal (PRF).

 “Eu como cidadão, sempre estou passando neste trecho, realmente estava uma situação que estava colocando os usuários em risco. A reunião que tivemos com a Rota do Oeste foi bastante produtiva e eles já estavam alinhados com o DNIT e com a ANTT (Agência Nacional dos Transportes Terrestres) para solucionar essa situação”, explica o parlamentar.

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Reunião – Antes da sessão plenária na Casa de Leis, o deputado expôs aos representantes da Concessionária da Rota do Oeste que vinha recebendo muitas reclamações de motoristas de caminhões de cargas pesadas e de usuários da rodovia BR-163/364 sobre as péssimas condições do trecho, sendo que as maiores queixas eram por estarem pagando os pedágios e utilizarem uma estrada ruim.

Roberto Madureira esclareceu que o papel da concessionária não tinha a mesma responsabilidade que o DNIT. “Excelente ponto para a gente discutir e tirar as dúvidas da população. A primeira informação que temos que passar é que essa manutenção e duplicação desse trecho de Cuiabá a Rondonópolis, é originalmente do DNIT. A concessionária não tem prerrogativa para entrar na manutenção dos trechos. O usuário fica sem saber e acaba confundido. Mas é importante dizer que o valor do pedágio não remunera a manutenção e duplicação neste segmento”, explicou o gestor.

Madureira acrescentou que a questão da BR-163/364 já era uma situação que tanto a concessionária, como o DNIT e a ANTT, que pertencem ao Ministério de Infraestrutura, estavam buscando uma solução em conjunto para tratar das condições críticas do trecho. “Vale lembrar que nos meses de fevereiro e março, naturalmente, é um período de chuvas em excesso e escoamento de grãos com muitos caminhões em sobrepeso. Isso é uma combinação muito ruim para qualquer pavimento de qualquer rodovia. Por isso, essa situação na rodovia e queremos chegar a um caminho rápido para a solução. Esse é o objetivo nosso”, declarou. 

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MPF – Na reunião, Claudinei informou que acompanhou o senador Wellington Fagundes (PL), ao Ministério Público Federal (MPF), no dia 31 de janeiro, em que foi feita uma representação contra a Concessionária Rota do Oeste por descumprimento do contrato de concessão da BR-163 para que haja a intervenção e o bloqueio dos recursos arrecadados com pedágios a serem convertidos para serem aplicados em infraestrutura, segurança e saúde.

O gerente da Rota Oeste afirmou que estava ciente dessa agenda e que, realmente, estão em processo de devolução amigável da BR-163/364, e que darão continuidade na prestação dos serviços até finalizar o processo de transferência – que poderá ocorrer até no prazo de dois anos.  

Proposição – Na indicação encaminhada ao DNIT, Claudinei solicitou a operação tapa buracos na rodovia BR-163/364, em caráter de urgência, no sentido Rondonópolis a Cuiabá, em um trecho de aproximadamente 210 km.

Fonte: ALMT

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Deputada Eliane Xunakalo classifica dispensa de servidores e fechamento de unidades do Samu, como desmonte da política de saúde

A deputada estadual em exercício, Eliane Xunakalo (PT), classificou como desmonte da política pública de saúde a dispensa de 56 servidores (técnicos de enfermagem, enfermeiros e condutores socorristas) e o fechamento de cinco das 12 unidades do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) em Cuiabá e Várzea Grande. Com isso, o serviço perdeu quase a metade de sua capacidade operacional e um quarto de seus servidores.

“O Samu é o primeiro serviço que nós, cidadãos, temos acesso, desde o parto a problemas de saúdes e acidentes. Não é um investimento tão alto, como o governo do estado afirma, porque o custeio é tripartite: 50% do Governo Federal, 25% dos estados e 25% dos municípios. Ao transferir o serviço para o Corpo de Bombeiros, cujo custeio é de responsabilidade exclusivamente estadual, terá que desembolsar ainda mais, por ser preciso contratar e treinar novos profissionais. Já tivemos experiências anteriores, que não atenderam às demandas”, afirmou.

“Como fica a população, especialmente a mais vulnerável? O gestor público precisa pensar em serviços fundamentais. É preciso olhar as contas antes de fazer cortes num serviço tão importante como o Samu. Teremos pela frente uma estiagem prevista para o segundo semestre deste ano, com alto risco de secas severas e calor extremo. Vamos precisar, e muito, dos serviços oferecidos pelo Samu”, completou a parlamentar.

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Eliane Xunakalo acrescentou que não só apoia como reforça a iniciativa de seu colega Lúdio Cabral (PT), a quem substitui por 30 dias, que enviou, no final de março, ofício ao Ministério Público Estadual pedindo para investigar as demissões e fechamento das bases do Samu pelo Governo do Estado. “É preciso que sejam tomadas medidas para assegurar a continuidade dos serviços prestados pelo Samu à população mato-grossense”, concluiu. (Por Jairo Pitolé)

Fonte: ALMT – MT

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