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Técnicos definirão medidas emergenciais para vias de acesso no Distrito Industrial

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Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT

Para solucionar a falta de acesso às empresas e bairros no Distrito Industrial, em Cuiabá, um grupo técnico será formado para avaliar e elaborar projetos que resolvam o problema no local. Para isso, irão participar representantes da Prefeitura de Cuiabá, do Governo do Estado, da concessionária Rota do Oeste, do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e da Assembleia Legislativa (ALMT).

Esse encaminhamento é o resultado da reunião ampliada realizada na ALMT, nesta segunda-feira (14), pelo deputado Eduardo Botelho (União Brasil), primeiro-secretário da Mesa Diretora, que contou com as participações dos senadores Jayme Campos e Welington Fagundes, do vice-prefeito José Roberto Stopa e do secretário adjunto de Obras Rodoviárias Nilton Brito (Sinfra), além de empresários e da presidente da Associação das Empresas do Distrito Industrial de Cuiabá (AEDIC), Margareth Buzetti e representantes da concessionária de rodovias Rota do Oeste.

“Vamos fazer uma reunião técnica, o senador Jayme já destinou recursos, a Prefeitura de Cuiabá se dispôs a participar já com a elaboração do projeto e execução, o governo do estado, através do representante Nilton de Brito, também já se colocou à disposição para acharmos a solução emergencial. O Stopa (vice-prefeito da capital) vai encabeçar o grupo e também vamos colocar representante da nossa equipe para acompanhar e cobrar resultado”, disse o deputado Botelho.  

Ele também questionou ausência de representantes do DNIT na reunião. “O DNIT é o maior responsável e tinha que estar aqui, não poderia estar ausente. Todo esse transtorno que estamos tendo o responsável é o DNIT, por isso foi feita a reclamação, mas o senador Welington justificou a ausência e se responsabilizou para assumir essa interlocução junto ao DNIT”, acrescentou o deputado.

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Durante o debate, o senador Jayme Campos reconheceu a importância da conclusão da obra e assegurou recursos. “Disponibilizei R$ 10 milhões em emendas minhas para repassar para a Prefeitura de Cuiabá para que possamos fazer alguns acessos, ou seja, no próprio Distrito Industrial onde ainda há saída de terra para pegar a rodovia dos Imigrantes e, com isso, demandar algumas regiões do nosso estado e de outros como do Pará, de Rondônia. Dessa forma, estabelecer algumas prioridades, trazer para dentro do jogo não só o DNIT, como o próprio governo do estado e prefeitura de Cuiabá para trazermos solução definitiva para esse problema que traz sérios transtornos e prejuízos aos empresários dessa região”, explicou o senador.

Da mesma forma, o senador Welington Fagundes destacou a necessidade da participação dos engenheiros envolvidos na execução da obra para que o projeto atenda a realidade local. “É importante o envolvimento dos engenheiros das prefeituras de Cuiabá e Várzea Grande, da construtora, bem como da concessionária e do DNIT”.  

A presidente da AEDIC, empresária Margareth Buzetti disse que a obra foi entregue em outubro do ano passado, com a promessa de os acessos serem construídos posteriormente, o que ainda não aconteceu. “Não temos alças de acesso, de entrada e saída. Então, as empresas ficam à mercê, imagina quem chega de Rondonópolis e não conhece a região, o acesso é ruim e, agora, na semana passada, a sinalização foi feita nas marginais, que ainda não estão prontas. É muito ruim isso”, afirmou.  

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Conforme a AEDIC, associação que reconheceu a importância da luta de Botelho para melhorar a acessibilidade no local, são aproximadamente 300 empresas, entre prestadores de serviços, comércios e indústrias, que geram 20 mil empregos diretos e indiretos. A falta de acesso prejudica clientes, moradores, estudantes e trabalhadores, impactando a economia local.

Josuel Ribeiro, presidente do bairro Nova Esperança 3, disse que a reunião reascende as esperanças dos moradores às melhorias necessárias. “Estamos confiantes que vai dar certo porque foi muito produtiva a reunião com o deputado Botelho. Tivemos as presenças dos senadores e acreditamos nessa união de forças para solucionar o problema”.

O empresário Daniel Macedo, do setor de combustíveis, está há 28 anos no local e anseia pela conclusão da obra com acessibilidade adequada. “O que precisamos de fato é que ocorram as intervenções que permitam saída e acesso para o Distrito Industrial, da rodovia para o distrito e vice-versa, pois o comércio lá está quebrando. Já mandei mais de 40 funcionários embora e estamos sujeitos a fechar as portas, antes tínhamos 68 funcionários. As obras começaram há três anos e não acabam nunca. É preciso acesso dos dois lados, contornos, sinalização e passarela para pedestres, fatores primordiais”, disse o empresário.

Distrito – Os comerciantes expuseram as dificuldades que estão passando desde que o trânsito foi alterado, com a duplicação da BR-364, onde as obras ainda não foram concluídas, e as marginais ficaram sem vias de acesso às empresas e aos bairros. Também questionam a distância para o contorno e a falta de passarelas para pedestres.

Fonte: ALMT

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Com Gisela Simona, Pivetta coloca combate à violência contra a mulher no centro da campanha e promete 50% delas em cargos de liderança

Com 2 mil mulheres chapa apresenta propostas para ampliar rede de proteção, fortalecer atendimento às vítimas e aumentar participação feminina nos espaços de decisão do Governo de Mato Grosso

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O governador de Mato Grosso e candidato à reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos), colocou o enfrentamento à violência contra a mulher e a ampliação da presença feminina nos espaços de decisão entre os compromissos de sua campanha, durante o encontro 10Elas, realizado nesta segunda-feira (31), no Cenarium Rural, em Cuiabá.

Ao lado da candidata a vice-governadora Gisela Simona (União), Pivetta participou do evento que reuniu centenas de mulheres e lideranças políticas. O encontro marcou o encerramento do Agosto Lilás, período dedicado à conscientização e ao enfrentamento da violência contra a mulher.

Entre as propostas apresentadas pela chapa estão a ampliação da rede de proteção, o fortalecimento do atendimento especializado às vítimas, a capacitação de servidores e a adoção de protocolos para reduzir as diferenças existentes entre os municípios no acolhimento às mulheres.

A proposta é tratar o enfrentamento à violência como uma política pública permanente e integrada, envolvendo áreas como segurança, saúde, educação e assistência social.

Um dos principais compromissos apresentados por Pivetta durante o encontro está relacionado à própria composição da administração estadual.

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O governador estabeleceu como meta alcançar 50% de mulheres nos cargos de chefia e liderança do Governo de Mato Grosso em um eventual novo mandato. A medida, segundo a proposta apresentada no encontro, busca ampliar a participação feminina nos espaços onde são tomadas as principais decisões da administração pública.

A presença de Gisela Simona como candidata a vice também ganhou destaque no evento e reforçou a participação feminina na chapa encabeçada pelo governador.

Caso Pivetta e Gisela sejam eleitos, ela poderá se tornar a segunda mulher da história de Mato Grosso a ocupar a vice-governadoria. A primeira foi Iraci França, que exerceu o cargo entre 2003 e 2007.

O 10Elas também serviu como espaço para discutir mecanismos capazes de fazer com que as políticas de proteção cheguem aos diferentes municípios de Mato Grosso, especialmente por meio da padronização e qualificação do atendimento prestado às vítimas.

Ao levar o tema para o centro da campanha eleitoral, Pivetta e Gisela sinalizam que a proteção às mulheres e a ampliação da presença feminina no comando do Estado estarão entre as bandeiras defendidas pela chapa na disputa de 2026.

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O compromisso anunciado, porém, terá como principal desafio transformar as propostas apresentadas durante a campanha em ações permanentes, com estrutura, orçamento, profissionais capacitados e atendimento efetivo também nos municípios mais distantes dos grandes centros.

Com o encerramento do Agosto Lilás, a mensagem apresentada pela chapa é de que o enfrentamento à violência contra a mulher não deve se limitar a um mês de mobilização, mas permanecer como política pública durante todo o ano.

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