POLÍTICA MT
Deputado Thiago Silva cobra providências do DNIT sobre buracos nas BRs 163 e 364
Thiago na plenária da AL
Foto: JLSIQUEIRA / ALMT
O deputado estadual Thiago Silva (MDB) cobrou, durante a sessão plenária desta quarta-feira (9), providências do Departamento Nacional de Infraestrutura do Transporte (DNIT) e da concessionária Rota do Oeste sobre os buracos e crateras nas rodovias BR-163 e BR-364, que prejudicam a trafegabilidade de trabalhadores da região sudeste e motoristas de caminhão que transportam a produção agrícola de boa parte do estado.
As duas rodovias são as mais importantes de Mato Grosso devido ao grande número de veículos e carretas que transportam mais de 70% da produção de grãos do estado. O deputado esteve vistoriando a rodovia e defende que o DNIT faça de forma urgente uma nova licitação para a manutenção da rodovia.
“Todos os dias recebo mensagens e fotos de denúncias sobre a precariedade das BR’s 163 e 364, que estão com crateras abertas, que podem ocasionar acidentes com vítimas fatais, além da perda da produção agrícola. É assustador a quantidade de buracos que encontramos no trecho de Rondonópolis a Cuiabá. Precisamos uma solução imediata por parte da concessionária e do DNIT, pois hoje estamos pagando caro nos pedágios e o serviço não está sendo entregue para a população”, disse o deputado Thiago Silva.
O deputado está solicitando apoio da bancada de senadores e deputados federais de Mato Grosso para que o DNIT possa solucionar estes problemas de infraestrutura que têm prejudicado a logística do estado, que é o maior produtor de grãos do país.
“Nós carregamos com orgulho a produção do estado e infelizmente colocamos nossas vidas em risco diante de tantas crateras que encontramos nas BR’s 163 e 364. Toda semana temos gastos extras com pneus e manutenção, logo precisamos que o DNIT resolva de vez essa situação que perdura há meses”, disse o caminhoneiro Leonardo Costa.
O deputado Thiago Silva também falou sobre a necessidade da construção de um trevo de acesso na BR-364 próximo à comunidade de Irenópolis, em Juscimeira, pois os moradores da região hoje têm que fazer a rotatória de acesso à mais de 1.500 metros da entrada do distrito. “Temos casos de pessoas que tiveram suas vidas ceifadas pela falta do retorno, então precisamos da intervenção do DNIT para construir este acesso que facilitará o acesso dos moradores de Irenópolis”, disse o deputado.
Caso o problema de buracos e crateras não seja solucionado de forma definitiva, o deputado Thiago Silva defende a suspensão do pagamento do pedágio até que o problema seja resolvido e a concessionária ou o DNIT faça a recuperação com qualidade de todo o trecho da rodovia entre Rondonópolis a Cuiabá.
POLÍTICA MT
CST de Atenção Psicossocial debate regulação e fluxo de atendimento em saúde mental em Mato Grosso
A Câmara Setorial Temática (CST) de Atenção Psicossocial da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), presidida pelo deputado estadual Carlos Avallone (PSDB), realizou nesta segunda-feira (11), na Sala das Comissões Deputada Sarita Baracat, a 3ª reunião ordinária para discutir os desafios da rede de saúde mental no estado, especialmente o fluxo de urgência e emergência, a regulação de pacientes e a estrutura do Hospital Adauto Botelho.
Durante a reunião, Avallone apresentou dados levantados em visita técnica realizada no dia 6 de maio ao Hospital Adauto Botelho e às unidades vinculadas à rede estadual de saúde mental. Segundo o parlamentar, o objetivo foi compreender o funcionamento da estrutura, a capacidade de atendimento e os gargalos da regulação.
De acordo com os dados apresentados, a Unidade 1 Adauto Botelho, localizada no bairro Coophema, terá capacidade para 86 leitos após a conclusão da reforma prevista para julho. Já a Unidade 3, voltada ao atendimento de pacientes com dependência de álcool e outras drogas, funciona no bairro Paiaguás e possui 32 vagas destinadas exclusivamente ao público masculino.
Atualmente, o Adauto Botelho possui 88 pacientes internados, enquanto a Unidade 3 atende 21 pacientes. Há ainda 12 vagas destinadas ao sistema prisional dentro da estrutura hospitalar. Durante a reunião, também foi informado que existe uma decisão judicial para ampliação de vagas destinadas ao sistema prisional.
Os dados apresentados apontam ainda que 85% dos pacientes aguardam entre um e 15 dias pela regulação para internação. Outros casos chegam a esperar entre 16 e 40 dias.
Foto: Helder Faria
Outro ponto destacado foi à ocupação das vagas por pacientes de Cuiabá. Segundo o levantamento, 28 pacientes internados são da capital, o equivalente a 34% das vagas disponíveis, embora Cuiabá represente cerca de 17% da população do estado.
Avallone afirmou que a discussão busca construir um protocolo para atendimento em saúde mental nas situações de urgência e emergência, envolvendo Estado, municípios e profissionais da rede.
“Estamos criando um conceito e avançando. Não é fácil, a saúde mental é um pouco mais delicada, mas estamos confiando. O protocolo vai dar um caminho neste momento para uma crise que acontece pela falta de estruturação ainda da Rede de Atenção Psicossocial”, afirmou o deputado.
O defensor público e coordenador do subgrupo de Atuação Estratégica em Direitos Coletivos para Saúde Mental, Denis Thomaz Rodrigues, afirmou que a situação do Hospital Adauto Botelho já é acompanhada pela Defensoria Pública há anos e ressaltou que a regulação em saúde mental é um processo complexo, que exige integração entre diferentes setores da rede pública.
A técnica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Valéria da Costa Marques Vuolo, apresentou um diagnóstico sobre o fluxo de urgência e emergência em saúde mental em Mato Grosso. Com o tema “Reflexão a partir do cuidado em liberdade”, ela destacou a necessidade de fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e da Rede de Atenção à Urgência (RAU).
Segundo Valéria, o principal desafio é superar a dependência do modelo hospitalocêntrico e ampliar a atuação da rede básica e dos serviços territoriais.
“Organizar fluxo de urgência e emergência em saúde mental não é uma questão operacional, é uma questão da escolha do modelo de atenção à saúde”, afirmou.
Ela destacou que Mato Grosso possui atualmente 53 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e defendeu a qualificação permanente das equipes de saúde.
Durante a apresentação, Valéria explicou que a saúde mental ainda não está inserida na regulação estadual e que a concentração do fluxo no Hospital Adauto Botelho acaba sobrecarregando o sistema.
A técnica também apresentou estratégias em desenvolvimento pela SES para fortalecimento da rede, entre elas a capacitação de profissionais da atenção primária, a implantação de protocolos orientativos para urgência e emergência e o fortalecimento das equipes multiprofissionais conhecidas como eMulti.
Ao final da reunião, a CST definiu a criação de um grupo de trabalho, com seis membros, para elaborar uma proposta de protocolo de urgência e emergência em saúde mental. O documento deverá ser concluído até 15 de junho para posterior validação.
Fonte: ALMT – MT
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