POLICIAL

PRF apreende cigarros e mercadorias contrabandeadas do Paraguai


Na tarde de ontem (07.02), uma equipe da Polícia Rodoviária Federal abordou um ônibus no km 48 da BR 364, no município de Alto Garças/MT. O veículo fazia a rota Cascavel/PR – Alta Floresta/MT.

Durante a fiscalização aos passageiros do ônibus, foi notado um nervosismo por parte de uma passageira, o que chamou atenção da equipe da PRF. Diante da suspeita, os policiais decidiram realizar uma busca mais detalhada nas bagagens dela, foi então que encontraram diversas mercadorias, tudo sem nota fiscal, dentre elas vários maços de cigarro de marcas que não são permitidas no Brasil.

Questionada sobre a situação, a mulher afirmou ter adquirido as mercadorias no Paraguai e embarcou em Dourados/MS com destino a Cuiabá/MT, local em que reside. Foram apreendidos 350 carteiras de cigarro, itens de perfumaria, brinquedos, aparelhos eletrônicos, bolsas e malas diversas.

Diante dos fatos, a passageira foi detida, a princípio, pelo crime de contrabando sendo encaminhada junto as mercadorias à Delegacia da Polícia Federal em Rondonópolis/MT.

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Somente neste ano de 2022, a PRF em Mato Grosso já retirou de circulação mais de 10 mil maços de cigarros contrabandeados, o que contribui com a economia, visto que não são recolhidos impostos sobre esses produtos.

Destaca-se, ainda, que o crime de contrabando de cigarros não só fere as relações de consumo, como também a saúde pública, visto que não possui licenças dos órgãos de controle, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Desta forma, não garante a integridade e a qualidade do produto, além de elevar os riscos para quem consome.

Fonte: PRF MT

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POLICIAL

Polícia Civil prende casal que aplicou golpe de R$ 38 mil em empresa de produtos de harmonização orofacial

A Polícia Civil de Mato Grosso, em apoio à Polícia Civil do Paraná, prendeu em flagrante, nesta terça-feira (16.6), em Várzea Grande, um casal, ambos de 25 anos, que receptou produtos para harmonização orofacial, avaliados em torno de R$ 38 mil, oriundos de fraude contra uma distribuidora de Ponta Grossa (PR).

O caso foi comunicado à polícia por uma representante da empresa prejudicada, que procurou a Polícia Civil do Paraná após constatar ter sido vítima de um golpe. Segundo o relato, a empresa vendeu mercadorias avaliadas em R$ 20 mil a um homem que se apresentou como médico e afirmou residir em Goiás. Após a negociação, os produtos foram enviados, no dia 29 de maio, para um endereço localizado no bairro Construmat, em Várzea Grande.

Porém, no dia 8 de junho, a vítima falou com o verdadeiro médico por quem os suspeitos haviam se passado e ele informou que não havia realizado a compra e que seu nome já havia sido usado por terceiros outra vez na mesma região de Mato Grosso.

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Após a denúncia, a Polícia Civil do Paraná entrou em contato com a Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande-MT (DEE-VG), que acompanhou a entrega dos Correios nesta terça-feira (16) no endereço indicado pela vítima.

Uma mulher recebeu o material e foi abordada pela equipe policial. Diante do flagrante, a equipe entrou na casa, encontrou o homem e localizou duas caixas de isopor lacradas, com etiqueta dos Correios e tendo como remetente a empresa vítima e como destinatário o mesmo médico que teve o nome utilizado para o golpe, uma que havia acabado de ser entregue e outra de alguns dias antes.

No quarto do casal, os policiais encontraram duas munições de uso restrito e calibre 7.62. Em uma edícula no fundo da residência foi encontrada uma grande quantidade de maconha, separada em tablete, porções e trouxinhas pequenas prontas para venda.

O casal foi preso em flagrante por receptação, associação criminosa, tráfico ilícito de drogas, associação para o tráfico, posse ilegal de munição de uso restrito e integrar organização criminosa.

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Segundo o delegado Ruy Guilherme Peral, coordenador do Núcleo de Inteligência da DEE-VG, que está realizando os procedimentos policiais relacionados à prisão, o somatório das penas máximas previstas para os crimes cometidos pelo casal podem chegar a 42 anos prisão.

“Esta ação rápida e precisa é resultante do empenho coordenado de todos os servidores da Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande e da integração com a Polícia Civil do Paraná, e reforça o compromisso da Polícia Civil no combate qualificado aos crimes patrimoniais e às organizações criminosas”, afirmou o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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