TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

TJMT conclui antecipadamente atualização do PJe e é o primeiro no país a utilizar versão 2.2

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso é o primeiro tribunal estadual do país a utilizar a versão 2.2 do Processo Judicial Eletrônico (PJe). A atualização do sistema (versão 2.1.8.1) estava programada para ocorrer entre sábado a segunda-feira (14 a 16 de maio), mas foi finalizada pela Coordenadoria de Tecnologia da Informação com um dia de antecedência e liberada já nas primeiras horas de domingo (15/05).
 
Isso permitiu o trabalho de magistrados (as), servidores (as) e operadores (as) do Direito, que puderam utilizar a ferramenta normalmente durante o Plantão Judiciário no Primeiro e Segundo Grau.
 
O primeiro processo a ingressar por meio do PJe, já no domingo, ocorreu antes da 1h da manhã, na Comarca de Santo Antonio de Leverger, uma ação criminal. Painel do BI (Business Inteligence) da Coordenadoria de Tecnologia da Informação do Tribunal de Justiça de Mato Grosso mostra a quantidade de processos autuados por hora no domingo, já na versão nova, com pico entre 14h e 15h, com 28 processos nesse período.
 
A nova versão integra o PJe com a Plataforma Digital do Poder Judiciário Brasileiro PDPJ-BR, conforme Resolução N. 335/2020 do Conselho Nacional de Justiça, e traz melhorias no acesso à ferramenta.
 
Atualização – A nova versão traz a melhoria no painel de usuário dos advogados (as)/representante processual, que agora concentra em sua página inicial as opções mais utilizadas no sistema, facilitando o acesso à plataforma. As funcionalidades voltadas a esses usuários e usuárias já estão no ‘Menu’, expostas na guia superior.
 
De acordo com o coordenador da CTI do TJMT, Thomás Augusto Caetano, a atualização da nova versão foi bem sucedida, sem volume significativo de ocorrências. “Estávamos atentos aos grupos de advogados e demos o suporte necessário por meio dos chamados abertos sobre questões pontuais”, disse.
 
Melhorias – Ao todo são nove novas funcionalidades que abrangem o Primeiro e Segundo Grau de jurisdição, 46 melhorias, 83 correções e três outras alterações. Dentre algumas das melhorias estão: novos meios de juntada de documentos; alteração do nome no processo; nova forma de juntar documentos para usuários externos; impressão em lote de documentos.
 
Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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