TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Magistradas podem se inscrever em programa internacional de capacitação até sexta (6)

Foto vertical em plano fechado que mostra detalhe da toga de uma juíza, que está em pé, segurando sua carteira funcional. Magistradas brasileiras do primeiro grau de jurisdição que já sejam vitaliciadas podem participar do programa internacional de capacitação Women Judge’s Program – Judicial Training & the Brazilian Judiciary. O prazo para se inscrever encerra nesta sexta-feira (6). Inscreva-se.

A formação é voltada para juízas que demonstrem interesse em desenvolvimento institucional, liderança e produção acadêmica. Além disso, é incentivada a participação de magistradas autodeclaradas negras, quilombolas, indígenas ou com deficiência, em alinhamento às políticas de diversidade e equidade na Justiça.

A capacitação ocorrerá em Brasília, entre os dias 15 e 17 de abril. A carga horária total será de 20 horas-aula, distribuídas nos turnos da manhã e da tarde. Após o workshop presencial, as participantes também integrarão uma etapa de mentoria individual on-line, composta por duas sessões com duração aproximada de 30 minutos cada, em datas a serem definidas.

Sob a condução de especialistas nacionais e internacionais, as aulas abordarão temas relacionados à atuação institucional no Judiciário, como liderança judicial, ética, deliberação, fundamentação das decisões, pesquisa judicial, diversidade e direitos humanos.

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Acesse o edital de seleção do Programa Internacional de Capacitação – Women Judge’s Program

Vagas, critérios e seleção

O programa disponibiliza 30 vagas, distribuídas entre os ramos da Justiça Estadual, Federal, do Trabalho e Militar. A seleção será feita por comissão designada pelo CNJ, com base na análise curricular e documental das inscritas. O resultado do processo seletivo será divulgado no portal do CNJ até o dia 26 de fevereiro.

O programa – Tem como objetivos fortalecer a formação acadêmica de magistradas, fomentar lideranças femininas, estimular a produção de conhecimento e promover o intercâmbio acadêmico internacional.

A iniciativa resulta de uma cooperação acadêmica entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Supremo Tribunal Federal (STF), o Superior Tribunal Militar (STM), a Escola Nacional do Judiciário (Enaju), a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (Enamat), a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o King’s College London e a University of New South Wales, da Austrália.

Com informações da Assessoria do CNJ

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Judiciário de MT Explica: por que falar de Equidade Racial importa?

Há muita diferença entre tratar as pessoas de forma igual e tratá-las com justiça. E para explicar melhor é fundamental falar de igualdade versusequidade racial.
De forma resumida, conforme o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a igualdade garante o tratamento igualitário perante a lei, enquanto a equidade ajusta esse tratamento às necessidades específicas de cada indivíduo ou grupo.
Assim, a equidade busca promover a aplicação da justiça na prática para corrigir desigualdades e desvantagens históricas por meio de ações afirmativas.
Depois de estudos iniciados a partir da Portaria 108/2020, o CNJ lançou em 2022 o Pacto Nacional pela Equidade Racial, do qual o Poder Judiciário de Mato Grosso é signatário a partir do Comitê de Equidade Racial.
Por meio dele, o Judiciário mato-grossense passou a realizar cursos de letramento racial e práticas antirracistas, oficinas nas diferentes áreas e outras ações no âmbito do Tribunal de Justiça e nas comarcas.
O trabalho busca promover a equidade, fortalecer a democracia, unir as pessoas pelo respeito para mostrar que o conhecimento é a melhor ferramenta para transformar a nossa realidade.

Autor: Lídice Lannes

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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