TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Escola Superior da Magistratura realizará quatro oficinas ‘CHATGPT – Conceito à prática’

Atenção, magistrados(as) e assessores(as)! A Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) realizará a oficina ‘CHATGPT – Conceito à prática’, em parceria com o Laboratório de Inovação, Inteligência e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (Liods) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). Ao todo, serão disponibilizadas quatro turmas independentes, sendo a primeira delas no dia 14 de novembro.
 
As demais oficinas serão realizadas nos dias 21 de novembro, 28 de novembro e 5 de dezembro, cada uma com 30 vagas. As aulas ocorrerão sempre das 8h às 12h, via Plataforma Microsoft Teams, com quatro horas de carga horária e frequência mínima exigida de 75%. As quatro turmas são exclusivas para magistrados e assessores de gabinete.
 
Segundo a juíza Viviane Brito Rebello, coordenadora do Liods-TJMT, atualmente a utilização de sistemas inteligentes tornou-se uma realidade imprescindível para otimizar a tomada de decisões, acelerar a produção de peças processuais, relatórios técnicos, e apoiar a gestão de demandas judiciais, especificamente por meio da ferramenta ChatGPT.
 
“A oficina está estruturada para proporcionar uma experiência prática aos participantes, interagindo e explorando as ferramentas do ChatGPT, objetivando a aplicação no dia a dia do trabalho de gabinete, oferecendo aos cursistas uma visão mais ampla do potencial dessa tecnologia na otimização de processos e na melhoria da eficiência do trabalho jurídico”, assegurou a magistrada.
 
O formador será o assessor de Projetos de Inovação no LIODS-TJMT, Pablo Marquesi. Ele é graduado em Ciência da Computação e em Direito, e possui MBA em Gestão de Projetos.
 
No conteúdo programático constam os seguintes tópicos:
 
1. Introdução à Inteligência Artificial e ao CHATGPT – Conceitos principais de IA, breve introdução ao ChatGPT e seus usos, com exemplos de aplicação no setor jurídico.
 
2. Tour pela ferramenta CHATGPT – Demonstração das funcionalidades principais e explicação sobre como interagir com a IA para gerar resultados.
 
3. Atividades práticas com o CHATGPT – Elaboração de pareceres, relatórios técnicos, minutas de decisões e despachos. Resposta a e-mails e resolução de problemas cotidianos no Judiciário. Redação de ofícios e comunicação oficial. Simulação de casos hipotéticos com foco na otimização de documentos jurídicos e administrativos.
 
As turmas dos dias 14/11 e 12/05 já estão lotadas. Já, as turmas dos dias 21 e 28/11 terão as inscrições abertas em breve.
 
Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.
 
#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Imagem 1: Banner colorido onde aparece, acima, informações textuais sobre o curso – Oficina ChatGPT – Conceito à prática. Data (14/11/2024), horário (9h às 11h) e local (Plataforma Microsoft Teams). Abaixo, as fotografias do formador Pablo e da coordenadora Viviane. Ele é um homem branco, de cabelo e barba escuros, e óculos de grau. Ela é uma mulher branca, de cabelos grisalhos. Abaixo, a fotografia da diretora da Esmagis, desembargadora Helena Ramos, uma mulher branca, de cabelos escuros e óculos de grau. Já o vice-diretor, desembargador Márcio Vidal, é um homem branco, de cabelos escuros e barba grisalha. Assinam a peça os logos do Judiciário, Esmagis e InovaJusMT.
 
Lígia Saito 
Assessoria de Comunicação 
Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT)
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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