TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

 Corregedor recebe visita de representantes do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso  

O corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva, recebeu uma visita de cortesia da Corregedoria-Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Mato Grosso (CB-MT), na manhã desta segunda-feira (05).

A corregedora-geral do CBM-MT, coronel Luciana Bragança da Silva, e o corregedor-adjunto, tenente-coronel Heitor Alves de Souza, foram recebidos no gabinete do corregedor da Justiça pelo próprio desembargador, pela juíza auxiliar da CGJ, Christiane da Costa Marques, pelo coordenador da CGJ, Flávio Paiva, e pela assessora especial da CGJ, Kelly Assumpção.

O objetivo da visita foi a troca de experiências e o fortalecimento da aproximação entre as instituições. Em junho, o coronel Flávio Gledson Bezerra assumiu o comando-geral do Corpo de Bombeiros Militar e a coronel Luciana aproveitou o momento para falar sobre a nova gestão e estreitar o relacionamento institucional.

Os visitantes receberam do desembargador um exemplar do Plano de Gestão e do Relatório Parcial da Gestão 2023/2024, que detalham o planejamento para os dois anos de gestão do desembargador Juvenal Pereira e os resultados alcançados no primeiro ano.

“Para nós, é uma grande satisfação receber representantes das instituições. Temos várias parcerias de sucesso que visam o melhor atendimento às demandas da sociedade”, declarou o corregedor, desembargador Juvenal Pereira da Silva.

#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: Foto 1 – Foto colorida. O corregedor da Justiça entrega materiais impressos para a corregedora dos Bombeiros. Foto 2 – Foto colorida Corregedor e juíza auxiliar posam para foto com os visitantes. Todos estão em pé em frente a bandeiras de Mato Grosso, do Brasil e do Poder Judiciário.

 
Alcione dos Anjos
Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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