TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Comarca de Feliz Natal prorroga suspensão de expediente presencial

A Comarca de Feliz Natal estará com expediente presencial suspenso de 21 de maio a 4 de junho em razão de reforma pela qual passa o prédio do Fórum. A informação consta na Portaria N. 43/2023-DF, que prorroga os efeitos da Portaria N.27/2023-DF.
 
Com isso, fica estabelecido regime de teletrabalho. Não haverá suspensão ou interrupção dos prazos processuais, já que todos os processo tramitam de forma eletrônica.
 
VARA ÚNICA
 
 
Márcio SeijiYamada (66) 99202-4752 – Telefone do Plantão
WhatsApp-(66)-3585-2077
 
 
GABINETE DA VARA ÚNICA
 
 
Assessor de Gabinete E-mail: [email protected] .br
 
 
CENTRAL DE DISTRIBUIÇÃO E ARRECADAÇÃO
 
 
Jeberson Teles de Abreu (66) 9.9619-1689
Mailza Ramos de Araújo (66) 9.9996-0990
 
 
CENTRAL DE MANDADOS E ADMINISTRAÇÃO
 
 
Mailza Ramos de Araújo (66) 9.9996-0990
Jeberson Telesde Abreu (66) 9.9619-1689
 
Atendimento Balcão Virtual
 
 
O atendimento aos advogados (as), ou qualquer interessado (a) nos processos físicos ou eletrônicos em tramitação nesta comarca, conforme termos da Portaria n.º 231/2021- PRES, poderá ser realizado com o uso da ferramenta Balcão Virtual que funcionará durante o horário de atendimento ao público, das 12h às 19h, sem necessidade de agendamento prévio, de forma similar à do balcão de atendimento presencial, sendo que o link poderá ser acessado através do endereço o https://canaispermanentesdeacesso.tjmt.jus.br/pagina/8
 
 
Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Leia Também:  Mutirão para regularização de esgoto atenderá moradores de oito bairros de Cuiabá
Propaganda

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

Leia Também:  Protocolo para julgamento com perspectiva racial orienta magistrados quanto ao combate ao racismo

Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

Leia Também:  TJ mantém decisão e administradora de consórcio deve liberar carta de crédito sem novas exigências

Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA