POLICIAL

Pós-graduação reúne gestores públicos em qualificação sobre áreas úmidas

Representando a Polícia Civil, a delegada Alessandra Saturnino, da Delegacia Especializada do Meio Ambiente, participa do curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Manejo de Áreas Úmidas, promovido pela Universidade Federal de Mato Grosso em parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente.

Com carga horária de 456 horas, a qualificação de pós-graduação em manejo de áreas úmidas visa capacitar profissionais sobre o manejo e a conservação dos solos em diferentes ambientes de produção e em áreas restritas.

Entre os assuntos abordados estão: o potencial e as limitações dos principais tipos de solos que compõem os ambientes de produção em MT; caracterização dos processos erosivos existentes em diferentes áreas de produção; e avaliação da qualidade do manejo e conservação do solo.

A policial civil da Dema, Alessandra Saturnino, atua na área ambiental há quase uma década, coordenando investigações de combate aos crimes ambientais, incluindo aqueles relacionados aos recursos hídricos.

Conforme a delegada, a questão das áreas úmidas é de suma importância para a preservação ambiental e o manejo sustentável dos ecossistemas, e compreender profundamente esse tema é essencial para fortalecer as habilidades no trabalho de proteção desses ambientes vulneráveis.

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“Essa qualificação é uma oportunidade para aprimorar conhecimentos técnicos e científicos nessa área emergente. A abordagem multidisciplinar proposta pelo curso, que engloba temas como solo, geoprocessamento e vegetação, fornecerá uma base sólida para compreender a complexidade dos ecossistemas de áreas úmidas e os desafios enfrentados na sua conservação”, destacou Alessandra.

Para a Polícia Civil essa interação com profissionais experientes da UFMT e de outros setores da sociedade é valiosa e importante, pois permitirá a troca de experiências e a construção de redes de colaboração, ampliando os entendimentos sobre as melhores práticas de manejo e conservação do solo em diferentes contextos de produção.

Além da delegada da Dema, Alessandra Saturnino, participam do curso a secretária do Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, Promotores de Justiça, entre outros servidores que trabalham diretamente com o assunto dentro dos órgãos do Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Operação da Polícia Civil mira membros de facção criminosa que atuam no norte de MT

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (30.6), em Sinop, a Operação Extensão para cumprir dois mandados de busca e apreensão domiciliar contra investigados por integrarem uma facção criminosa na região norte do Estado.

Além das buscas, a Justiça determinou o bloqueio de até R$ 55 mil nas contas de um dos investigados, medida destinada a impedir a movimentação de valores supostamente vinculados às atividades criminosas.

Os mandados foram decretados pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Sinop, com base em investigações conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco) de Cuiabá, que apuram os crimes de organização criminosa e lavagem de capitais.

O cumprimento das ordens judiciais contou com o apoio da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Sinop. A operação teve como alvo principal L.S.P., conhecido como “Sapateiro”, apontado como integrante da facção criminosa na região norte do Estado.

Influência externa

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As investigações tiveram início em 2024, quando o principal alvo da investigação foi transferido para o Presídio Federal de Catanduvas, no Paraná. Porém, mesmo custodiado, ele continuaria exercendo influência sobre as atividades da facção criminosa.

Segundo as apurações, os alvos das buscas desempenham funções estratégicas para a estrutura criminosa, executando ordens repassadas pela liderança da facção, seja na distribuição fragmentada de valores provenientes das atividades ilícitas, seja na operacionalização das ações necessárias para a manutenção e o fortalecimento do grupo criminoso.

Durante as investigações, também foram identificados indícios de uma estrutura composta por operadores responsáveis pela movimentação financeira, suporte logístico, habilitação de linhas telefônicas, ocultação patrimonial e utilização de terceiros para dificultar o rastreamento dos valores obtidos de forma ilícita.

Com base nos elementos colhidos, a Polícia Civil representou pelas medidas judiciais, que foram deferidas pela Justiça. As buscas têm como objetivo apreender aparelhos celulares, documentos, mídias e outros elementos que contribuam para o avanço das investigações, bem como identificar novos integrantes e fortalecer as provas relacionadas aos crimes investigados.

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Operação Extensão

O nome da operação faz referência à estratégia adotada pela facção criminosa de ampliar a atuação de sua principal liderança por meio de integrantes e pessoas interpostas que, mesmo sem vínculo direto e aparente com o líder preso, executariam suas determinações, permitindo a continuidade das atividades criminosas e estendendo a influência da facção na região.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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