POLICIAL

Polícia Civil prende pescador profissional que comercializava pescado irregular em Várzea Grande

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema), prendeu em flagrante, nesta segunda-feira (12.5), um pescador profissional, de 39 anos, que estava comercializando peixes de captura proibida, ou fora da medida, em Várzea Grande.

A Dema chegou ao suspeito após receber denúncias sobre a venda do pescado irregular. Entre as denúncias, havia a informação de que ele estava com pescado irregular em sua casa e, inclusive, estava realizando a rifa de um peixe de grande porte.

Uma equipe de investigadores da Dema foi até a casa do suspeito e realizou campana nas proximidades. Quando chegou, o investigado estava com sacolas. Os policiais informaram que estavam investigando o comércio de pescado e o suspeito se identificou como pescador profissional, mostrando sua carteira da profissão.

Em seguida, ele permitiu a entrada dos policiais em sua casa e estes vistoriaram um freezer, onde foram localizados diversos exemplares de peixes de espécies proibidas, como 22 peraputanga, 6 dourados e um cachara, além de 26 pacus fora da medida permitida.

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Diante disso, o pescado irregular foi apreendido, assim como todos os outros exemplares que estavam na casa e o freezer onde eles estavam armazenados. Ao todo, 79 peixes foram apreendidos, pesando juntos 64 kg. Os peixes foram doados a uma entidade filantrópica.

A prisão e a apreensão foram realizadas no âmbito da Lei do Transporte Zero, 12.434, sancionada pelo governador Mauro Mendes, que regulamenta o armazenamento e comercialização de pescado oriundo dos rios de Mato Grosso.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Polícia Civil desarticula esquema de roubo de entorpecentes entre facções criminosas

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quarta-feira (27.5), a Operação Tu Quoque, para cumprimento de ordens judiciais com foco na desarticulação de um esquema de roubo de entorpecentes e tráfico de drogas com ligação entre duas facções criminosas atuantes no Estado.

Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo quatro mandados de prisão e 11 de busca e apreensão domiciliar, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cáceres, com base em investigações conduzidas pela Delegacia de Pontes e Lacerda.

Também são cumpridas medidas de restrição de veículos e bloqueios de contas bancárias dos investigados, no valor de até R$ 2,5 milhões. Entre os alvos envolvidos no esquema está um praça da Polícia Militar, apontado como um dos líderes do grupo investigado.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Pontes e Lacerda e Várzea Grande, com apoio das equipes da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core) e da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).

As investigações têm como foco a desarticulação de um esquema de roubo de entorpecentes subtraídos em pontos de armazenamento de drogas de uma facção criminosa na região de fronteira e que, posteriormente, eram redistribuídos por integrantes de outra facção na região metropolitana.

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Roubo e tráfico de drogas

Segundo as investigações da Delegacia de Pontes e Lacerda, o esquema funcionava por meio de dois núcleos, um deles responsável por identificar e monitorar possíveis depósitos de drogas de uma facção criminosa na região de fronteira.

O segundo núcleo tinha uma função distinta e se deslocava da Capital do Estado para Pontes e Lacerda para atuar no roubo da droga e, posteriormente, transportar e distribuir os entorpecentes na região metropolitana.

O praça, apontado como principal alvo da operação, era o responsável pelo roubo do entorpecente, saindo da Capital para Pontes e Lacerda para subtrair a droga. Ele também fazia a separação do entorpecente para outra equipe do grupo criminoso, que atuaria na distribuição.

Desarticulação do esquema

A descoberta do esquema ocorreu após a prisão de um dos envolvidos. Na ocasião, outros integrantes do grupo conseguiram escapar, mas, com o avanço das investigações, foram identificados. Também foi descoberto o esquema envolvendo roubos ligados a facções criminosas, além da redistribuição e comercialização do entorpecente subtraído.

Além dos crimes de roubo e tráfico de drogas, as investigações identificaram o envolvimento do grupo em um esquema de lavagem de dinheiro do tráfico, por meio de diversas transações bancárias envolvendo familiares, casas de apostas e empresas de fachada para a pulverização dos valores.

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Nome da operação

A expressão latina tu quoque significa literalmente “tu também” ou “até tu” e faz referência ao fato de existir, como pivô da organização criminosa, um membro das forças de segurança, representando uma significativa quebra da confiança depositada e esperada dos agentes públicos.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Renarc

A operação faz parte da sexta fase da Operação Narke, da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento do Narcotráfico (Renarc). A rede reúne delegados titulares das unidades especializadas e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Inteligência e Operações Integradas (DIOPI), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), para traçar estratégias de enfrentamento ao narcotráfico.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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