POLÍCIA FEDERAL
PF prende professor investigado na Operação Classificação de Risco, em Angra dos Reis
Angra dos Reis/RJ. Nesta sexta-feira (6/2), a Polícia Federal prendeu um professor da rede pública de ensino investigado na Operação Classificação de Risco, deflagrada na data de ontem, nos municípios de Angra dos Reis/RJ e de Rio Claro/RJ.
Na ação de hoje, os policiais federais cumpriram um mandado de prisão temporária contra o professor em questão, além do mandado de busca e apreensão em sua residência. Os mandados foram cumpridos no Parque Mambucaba, em Angra dos Reis/RJ. Durante as diligências, materiais de interesse da investigação foram apreendidos e serão submetidos à análise pericial.
O suspeito chegou a ser ouvido em sede policial na data de ontem, mas foi liberado em seguida. Após diligências e análises policiais, a autoridade representou pela prisão do investigado, e, hoje, a Justiça expediu o referido mandado de prisão temporária.
Após os procedimentos de polícia judiciária, o homem foi encaminhado ao sistema prisional do estado e permanecerá à disposição da Justiça. Ele poderá responder por compartilhar conteúdo contendo cenas de abuso sexual infantojuvenil e por aliciar crianças e adolescentes para fins de exploração sexual.
Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
Tel.: (21) 2203-4404
[email protected]
Fonte: Polícia Federal
POLÍCIA FEDERAL
PF investiga coação a testemunhas de processo criminal em curso
Governador Valadares/MG. A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (14/7), a Operação Soteria, com o objetivo de aprofundar investigação relacionada a ameaças e intimidações dirigidas a testemunhas, vítimas e denunciantes vinculados a processo criminal em curso.
Na ação, foram cumpridos três mandados judiciais de busca e apreensão e dois mandados judiciais de prisão preventiva, expedidos pelo Juízo de Garantias da Primeira Vara Federal Criminal de Montes Claros, contra investigados que já figuram como réus em outra ação penal, na qual respondem, em tese, pela prática do crime de promoção de migração ilegal. Houve apreensão de aparelhos de telefone celular e documentos, que serão analisados.
Os investigados foram presos em fevereiro de 2026, no âmbito de investigação anterior, e, posteriormente, tiveram a liberdade provisória concedida mediante imposição de medidas cautelares. Após a soltura, ambos os investigados teriam passado a ameaçar testemunhas e denunciantes relacionados à persecução penal. As investigações apontam que as condutas teriam sido praticadas com o objetivo de constranger pessoas envolvidas no processo criminal.
Os suspeitos poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de coação no curso do processo e associação criminosa, sem prejuízo de outros delitos que venham a ser identificados no decorrer das investigações.
Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais
E-mail: [email protected]
Contato: (31) 3168-6342
Fonte: Polícia Federal
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