POLÍCIA FEDERAL

PF investiga homicídio em Terra Indígena

Arame/MA. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (21/9), a Operação Unokai, que tem como objetivo investigar a autoria do assassinato do servidor da Secretaria Especial de Saúde Indígena-(SESAI), Raimundo Ribeiro da Silva, conhecido como “doutor”, ocorrido na aldeia Abraão, Terra Indígena Arariboia, no município de Arame/MA, ocorrido em 31 de janeiro de 2023.

Durante a ação, foi cumprido um mandado de busca e apreensão na residência do principal suspeito, localizada no povoado Faísa, em Santa Luzia/MA.

O investigado segue sendo procurado, além disso, contra o mesmo existe um mandado de prisão ainda não cumprido, o que o coloca na condição de foragido.

As medidas foram determinadas pelo juiz da 2ª Vara Federal da Seção judiciária de Maranhão.

Para fornecimento de informações que possam contribuir com as investigações, disponibiliza-se ao público o número (98)3131-5113 (ligação e WhatsApp).

O nome UNOKAI tem origem na língua tupi, podendo ser traduzido como “assassino”, em alusão a natureza do crime investigado.

Comunicação Social da Polícia Federal no Maranhão

Contato: (98) 31315105 / (98) 991286428

E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF investiga coação a testemunhas de processo criminal em curso

Governador Valadares/MG. A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (14/7), a Operação Soteria, com o objetivo de aprofundar investigação relacionada a ameaças e intimidações dirigidas a testemunhas, vítimas e denunciantes vinculados a processo criminal em curso.

Na ação, foram cumpridos três mandados judiciais de busca e apreensão e dois mandados judiciais de prisão preventiva, expedidos pelo Juízo de Garantias da Primeira Vara Federal Criminal de Montes Claros, contra investigados que já figuram como réus em outra ação penal, na qual respondem, em tese, pela prática do crime de promoção de migração ilegal. Houve apreensão de aparelhos de telefone celular e documentos, que serão analisados.

Os investigados foram presos em fevereiro de 2026, no âmbito de investigação anterior, e, posteriormente, tiveram a liberdade provisória concedida mediante imposição de medidas cautelares. Após a soltura, ambos os investigados teriam passado a ameaçar testemunhas e denunciantes relacionados à persecução penal. As investigações apontam que as condutas teriam sido praticadas com o objetivo de constranger pessoas envolvidas no processo criminal.

Os suspeitos poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de coação no curso do processo e associação criminosa, sem prejuízo de outros delitos que venham a ser identificados no decorrer das investigações.

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Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais
E-mail: [email protected]
Contato: (31) 3168-6342

Fonte: Polícia Federal

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