POLÍCIA FEDERAL

PF identifica erro de identidade e evita prisão indevida em Foz do Iguaçu

Foz do Iguaçu/PR. A Polícia Federal evitou, em outubro de 2025, que um homem permanecesse preso injustamente após cumprir um mandado de prisão expedido pela Justiça de São Paulo. O detido, localizado em Foz do Iguaçu, apresentava dados civis que coincidiam integralmente com os do procurado, mas durante a entrevista policial negou envolvimento no crime que motivara a ordem judicial.

Diante da consistência das informações apresentadas, a Polícia Federal decidiu aprofundar a análise e, de ofício, realizou exames biométricos de comparação facial forense. Com apoio emergencial do sistema prisional paulista, foram obtidos os registros do verdadeiro custodiado vinculado ao processo, permitindo a realização dos laudos comparativos.

Os resultados foram conclusivos: o homem preso em Foz do Iguaçu não era o autor do crime, mas seu irmão. As diligências revelaram que o verdadeiro responsável havia utilizado indevidamente os dados civis do familiar em três procedimentos criminais em andamento no Estado de São Paulo, o que levou à emissão equivocada do mandado.

Com base nos laudos produzidos, a Polícia Federal comunicou a Vara de Execução Penal em Campinas/SP, que imediatamente revogou o mandado, determinou a correção dos registros judiciais e ajustou a qualificação do réu nos três processos ativos. A medida preservou a integridade do sistema de justiça, impediu a continuidade de uma execução penal irregular e reafirmou a importância da Identificação Forense como ferramenta essencial na proteção de direitos e na busca da verdade real.

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Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu
[email protected]
@pffoz

Canal para Denúncia
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Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF reprime lavagem de dinheiro oriunda de desvio de recursos públicos

Rio de Janeiro/RJ. Nesta terça-feira (30/6), a Polícia Federal deflagrou a 2ª fase da Operação Anafóra, para combater lavagem de dinheiro oriunda do desvio de recurso públicos, especialmente aqueles destinados à área da saúde.

Na ação, policiais federais cumprem 14 mandados de busca e apreensão, sendo 10 expedidos pela 6ª Vara Federal Criminal e outros 4 pelo TRF2. 

A apuração dos atos de lavagem foi aprofundada após a deflagração da primeira fase da operação, no ano de 2022. Foi apurado que investigados mantêm bens próprios em nome de terceiros, realizam despesas incompatíveis com a própria condição financeira e participam de negociações vinculadas a imóveis.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, fraude à licitação e lavagem de dinheiro, sem prejuízo de outros delitos que venham a surgir no decorrer das investigações.

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
[email protected]
(21) 2203-4404

Fonte: Polícia Federal

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