POLÍCIA FEDERAL

PF deflagra Operação Fictus contra estelionato em Porto Velho/RO

Guajará-Mirim/RO. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (28/8), a Operação Fictus, com o objetivo de reprimir crimes de estelionato e fraudes praticadas em prejuízo da Caixa Econômica Federal. A ação decorreu de decisão judicial da 3ª Vara Federal da Seção Judiciária de Rondônia, que expediu três mandados de busca e apreensão, todos cumpridos na capital.

A investigação teve início a partir de prisão em flagrante realizada em janeiro de 2025, quando suspeitos foram apresentados à Polícia Federal por, em tese, praticarem falsidade ideológica, uso de documento falso e tentativa de estelionato majorado contra agência da Caixa Econômica Federal no município de Nova Mamoré/RO. Com o avanço das apurações, foram identificados indícios da atuação de um grupo estruturado para aplicar fraudes contra instituição financeira pública.

Durante o cumprimento das medidas judiciais, foram apreendidos documentos e mídias que subsidiarão a continuidade das investigações conduzidas pela Polícia Federal.

Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia
Tel. 69 99972-8890/ 69 3216-6208
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF investiga coação a testemunhas de processo criminal em curso

Governador Valadares/MG. A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (14/7), a Operação Soteria, com o objetivo de aprofundar investigação relacionada a ameaças e intimidações dirigidas a testemunhas, vítimas e denunciantes vinculados a processo criminal em curso.

Na ação, foram cumpridos três mandados judiciais de busca e apreensão e dois mandados judiciais de prisão preventiva, expedidos pelo Juízo de Garantias da Primeira Vara Federal Criminal de Montes Claros, contra investigados que já figuram como réus em outra ação penal, na qual respondem, em tese, pela prática do crime de promoção de migração ilegal. Houve apreensão de aparelhos de telefone celular e documentos, que serão analisados.

Os investigados foram presos em fevereiro de 2026, no âmbito de investigação anterior, e, posteriormente, tiveram a liberdade provisória concedida mediante imposição de medidas cautelares. Após a soltura, ambos os investigados teriam passado a ameaçar testemunhas e denunciantes relacionados à persecução penal. As investigações apontam que as condutas teriam sido praticadas com o objetivo de constranger pessoas envolvidas no processo criminal.

Os suspeitos poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de coação no curso do processo e associação criminosa, sem prejuízo de outros delitos que venham a ser identificados no decorrer das investigações.

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Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais
E-mail: [email protected]
Contato: (31) 3168-6342

Fonte: Polícia Federal

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