POLÍCIA FEDERAL

PF deflagra operação contra disseminação de pornografia infantil

Ribeirão Preto/SP – A Polícia Federal cumpriu nesta quarta-feira (18/5), mandados de busca e apreensão destinados à repressão ao compartilhamento, produção e à posse de imagens e vídeos com conteúdo de abuso sexual infantojuvenil. Os mandados foram cumpridos em Ribeirão Preto/SP e Altinópolis/SP.

As investigações foram iniciadas pela Polícia Federal a partir de relatórios enviados pelo NCMEC (National Center for Missing and Exploited Children), uma organização não governamental, sem fins lucrativos, que recebe apoio do Governo norte-americano para estabelecer um mecanismo centralizado de recebimento de denúncias sobre crimes relacionados a abuso sexual infantil e desaparecimento de crianças.

Além do armazenamento e compartilhamento de vídeos contendo cenas de abuso sexual infantil, o suspeito também produziu e compartilhou estupros, ao menos, contra duas crianças nos anos de 2018 e 2019, na região sul do país.

Na casa do suspeito, a PF encontrou vídeos e fotos de abuso sexual infantil, o que resultou em sua prisão em flagrante.

Na ação, foram realizadas a arrecadação e a apreensão de dois celulares e duas mídias de armazenamento. Todo o material será submetido a exames periciais, objetivando a comprovação da materialidade dos crimes investigados.

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Os crimes investigados são de estupro de vulnerável, produção de conteúdo pornográfico infantojuvenil e armazenamento de material de abuso sexual infanto-juvenil, previstos respectivamente no art. 217-A, do Código Penal, art. 240 e art. 241-B, ambos do Estatuto da Criança e Adolescente.

A ação da PF ocorre neste dia 18 de maio, que é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, instituído oficialmente no Brasil em 17 de maio de 2000 através da Lei nº 9.970.

Comunicação Social da Polícia Federal em Ribeirão Preto

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POLÍCIA FEDERAL

PF investiga coação a testemunhas de processo criminal em curso

Governador Valadares/MG. A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (14/7), a Operação Soteria, com o objetivo de aprofundar investigação relacionada a ameaças e intimidações dirigidas a testemunhas, vítimas e denunciantes vinculados a processo criminal em curso.

Na ação, foram cumpridos três mandados judiciais de busca e apreensão e dois mandados judiciais de prisão preventiva, expedidos pelo Juízo de Garantias da Primeira Vara Federal Criminal de Montes Claros, contra investigados que já figuram como réus em outra ação penal, na qual respondem, em tese, pela prática do crime de promoção de migração ilegal. Houve apreensão de aparelhos de telefone celular e documentos, que serão analisados.

Os investigados foram presos em fevereiro de 2026, no âmbito de investigação anterior, e, posteriormente, tiveram a liberdade provisória concedida mediante imposição de medidas cautelares. Após a soltura, ambos os investigados teriam passado a ameaçar testemunhas e denunciantes relacionados à persecução penal. As investigações apontam que as condutas teriam sido praticadas com o objetivo de constranger pessoas envolvidas no processo criminal.

Os suspeitos poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de coação no curso do processo e associação criminosa, sem prejuízo de outros delitos que venham a ser identificados no decorrer das investigações.

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Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais
E-mail: [email protected]
Contato: (31) 3168-6342

Fonte: Polícia Federal

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