POLÍCIA FEDERAL

PF deflagra operação contra crimes ambientais

Porto Velho-RO – Polícia Federal realiza a Operação Citrus Aurantium, nesta sexta-feira, 23/6, com ações consecutivas em Ariquemes, Buritis e Vilhena, a fim de combater crimes ambientais praticados por organização criminosa.

O grupo agia por meio de fraude no sistema de controle de produtos florestais, com movimentação constante de créditos virtuais, empresas de fachada e pessoas conhecidas popularmente como “laranjas”, que não tinham qualquer lastro financeiro para sustentar as transações detectadas pela Polícia Federal.

Além das buscas, houve sequestro de bens, bloqueio de aproximadamente seis milhões de reais em instituições financeiras e proibição de emissão de guias para comércio de gado dos suspeitos.

A investigação teve início após uma sequência de autuações administrativas a uma madeireira, quando se verificou que a empresa estava abandonada e sequer tinha estrutura compatível com o volume de madeira movimentado no sistema. Constatou-se, ainda, o envolvimento de outras empresas, identificando seus responsáveis, que na verdade eram “laranjas”.

 O nome da operação refere-se a laranja azeda, devido ao emprego dessa figura que agia em nome do líder da organização.

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Fone: (69) 999728-890

E-mail: [email protected] | www.gov.br/pf

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF investiga coação a testemunhas de processo criminal em curso

Governador Valadares/MG. A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (14/7), a Operação Soteria, com o objetivo de aprofundar investigação relacionada a ameaças e intimidações dirigidas a testemunhas, vítimas e denunciantes vinculados a processo criminal em curso.

Na ação, foram cumpridos três mandados judiciais de busca e apreensão e dois mandados judiciais de prisão preventiva, expedidos pelo Juízo de Garantias da Primeira Vara Federal Criminal de Montes Claros, contra investigados que já figuram como réus em outra ação penal, na qual respondem, em tese, pela prática do crime de promoção de migração ilegal. Houve apreensão de aparelhos de telefone celular e documentos, que serão analisados.

Os investigados foram presos em fevereiro de 2026, no âmbito de investigação anterior, e, posteriormente, tiveram a liberdade provisória concedida mediante imposição de medidas cautelares. Após a soltura, ambos os investigados teriam passado a ameaçar testemunhas e denunciantes relacionados à persecução penal. As investigações apontam que as condutas teriam sido praticadas com o objetivo de constranger pessoas envolvidas no processo criminal.

Os suspeitos poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de coação no curso do processo e associação criminosa, sem prejuízo de outros delitos que venham a ser identificados no decorrer das investigações.

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Fonte: Polícia Federal

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