POLÍCIA FEDERAL
Nota à imprensa
Brasília/DF. A Polícia Federal reafirma que atua em todas as suas investigações seguindo rigorosos padrões de segurança no tratamento de informações e na preservação e garantia dos direitos fundamentais, incluindo o respeito à privacidade e à intimidade.
Nenhum relatório, informação de polícia judiciária ou representação apresentada pela Polícia Federal, no âmbito da Operação Compliance Zero, conteve dados que não fossem relevantes para a instrução das investigações. Não foram incluídas, portanto, informações relacionadas à intimidade ou à vida privada dos investigados.
Não compete à Polícia Federal editar conversas, selecionar ou manipular dados extraídos de equipamentos apreendidos, sob pena, inclusive, de violação ao direito ao contraditório e à ampla defesa, constitucionalmente assegurados.
Os materiais apreendidos na citada operação estão em poder da Polícia Federal desde novembro de 2025 e em poder da Procuradoria-Geral da República desde janeiro de 2026. Posteriormente, por decisão do então Ministro Relator do processo, a defesa dos investigados passou a ter acesso à integralidade dessas informações. Da mesma forma, a CPMI do INSS recebeu dados referentes ao objeto da comissão por determinação do atual relator do processo.
Por fim, por orientação do diretor-geral da instituição, a equipe responsável pelas investigações encaminhou ao ministro relator representação para a abertura de apuração sobre a divulgação indevida de informações sigilosas.
Coordenação-Geral de Comunicação Social da PF
[email protected]
Fonte: Polícia Federal
POLÍCIA FEDERAL
PF atua em cooperação policial internacional que resulta na prisão de brasileiro procurado pela INTERPOL na Itália
Brasília/DF. A Polícia Federal, por meio de sua Adidância em Roma, atuou em cooperação policial internacional que resultou na prisão, realizada neste sábado (27/6), na cidade de Pavia, na Itália, de um brasileiro que era alvo de Difusão Vermelha da INTERPOL, expedida com fundamento em mandado de prisão preventiva emitido pela 7ª Vara Federal de Florianópolis/SC.
O investigado é apontado em apurações relacionadas aos crimes previstos no art. 20 da Lei nº 7.716/1989 e no art. 2º da Lei nº 12.850/2013, referentes, respectivamente, à prática de discriminação racial e à constituição, promoção, financiamento ou integração de organização criminosa. Segundo as investigações, a organização criminosa investigada seria inspirada na ideologia neonazista.
A prisão foi realizada por autoridades italianas após alerta da INTERPOL. As autoridades competentes adotam as providências relacionadas ao processo de extradição, que se encontra em andamento.
Coordenação-Geral de Comunicação Social
Contato: (61) 2024-8142
E-mail: [email protected]
Fonte: Polícia Federal
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