POLÍCIA FEDERAL

FICCO/AP deflagra operação de combate a organização criminosa no Amapá

Macapá/AP. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Amapá (FICCO/AP) deflagrou, nesta quinta-feira (31/7), a Operação Muçuã, com o objetivo de cumprir 12 mandados de busca e apreensão nos municípios de Tartarugalzinho, Laranjal do Jari, e em Macapá. 

A operação visa desarticular um grupo criminoso suspeito de envolvimento em diversos crimes, entre eles estelionato, tráfico de drogas, comércio ilegal de armas e munições. As investigações apontam que os integrantes mantinham uma espécie de “caixinha do crime”, uma conta bancária abastecida por mensalidades pagas pelos próprios membros da organização. O dinheiro seria utilizado para adquirir armamento, pagar aluguéis e custear despesas logísticas, como veículos para o grupo.

As investigações tiveram início após uma denúncia que um suspeito estava atuando dentro e fora do sistema prisional, articulando uma intensa movimentação de drogas entre Macapá e Tartarugalzinho.

Os investigados poderão responder pelos crimes de tráfico de drogas, comércio ilegal de arma de fogo, extorsão e por integrar organização criminosa. Caso sejam condenados, as penas somadas podem ultrapassar 45 anos de reclusão, além de multa.

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Fazem parte da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Amapá (FICCO/AP) a Polícia Federal, Polícia Militar, Polícia Civil e a Polícia Penal.


Comunicação Social da FICCO/AP

Contato: (96) 3213-7500

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

Polícia Federal deflagra 10ª fase da Operação Compliance Zero

Brasília/DF. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (9/7), a 10ª fase da Operação Compliance Zero para apurar indícios de atuação coordenada em redes sociais voltada, em tese, a comprometer a credibilidade da atuação do Banco Central do Brasil.

Estão sendo cumpridos dois mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, em Brasília/DF.

As investigações apuram, ainda, a atuação de possível organização criminosa dedicada à intimidação de jornalistas, ao monitoramento ilícito de pessoas ligadas a autoridades públicas, à obtenção indevida de informações sigilosas e à adoção de medidas destinadas a interferir em investigações criminais.

Os fatos investigados podem, em tese, configurar crimes contra o sistema financeiro nacional, organização criminosa, embaraço à investigação de organização criminosa, além de outros delitos correlatos, incluindo possíveis violações de dados e de dispositivos informáticos.

Coordenação-Geral de Comunicação Social da Polícia Federal
[email protected]
(61) 2024.8142

Fonte: Polícia Federal

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