NACIONAL

Revalida e Enamed serão aplicados no próximo domingo (19)

No próximo domingo, 19 de outubro, serão aplicados dois importantes exames voltados à avaliação da formação médica: o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos expedidos por instituições de educação superior (Revalida) e o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Os exames são realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC). 

As provas seguirão o mesmo cronograma em todo o país, com a abertura dos portões às 12h (horário de Brasília) e fechamento às 13h. A aplicação das provas terá duração total de cinco horas, com início às 13h30 e término previsto para as 18h30. 

Os cartões de confirmação de inscrição dos exames já estão disponíveis nos respectivos sistemas. Apesar de não ser obrigatório, o Inep recomenda levar o documento no dia da aplicação. 

Enamed – O exame contará com uma prova teórica composta por 100 questões de múltipla escolha. O resultado individual do participante poderá ser utilizado como etapa de seleção para o ingresso em programas de residência médica de acesso direto, por meio do Exame Nacional de Residência (Enare). 

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A avaliação segue os critérios estabelecidos para o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), sendo voltada especificamente ao curso de medicina. 

Revalida – A 1ª etapa do Revalida 2025/2 será composta exclusivamente por uma prova objetiva, com 100 questões de múltipla escolha. Nesta edição, não haverá a tradicional divisão em P1 (prova objetiva) e P2 (prova discursiva). 

As questões serão elaboradas a partir do Banco Nacional de Itens da Educação Superior e terão como referência a matriz de referência comum para a avaliação da formação médica, publicada pelo Inep no Diário Oficial da União (DOU). Cada item contará com quatro alternativas e apenas uma resposta correta. 

Orientações Em ambos os exames, os participantes deverão apresentar documento de identificação oficial, original e com foto, emitido por órgãos brasileiros. São aceitos: 

  • Cédula de identidade expedida por secretarias de segurança pública, Forças Armadas, polícia militar ou Polícia Federal; 
  • Identificação fornecida por conselhos ou ordens de classe; 
  • Passaporte; 
  • Carteira Nacional de Habilitação (CNH); 
  • Carteira de Trabalho e Previdência Social emitida após 27 de janeiro de 1997; 
  • Carteira de Identificação Nacional (CIN); 
  • Documento digital com foto (e-Título, CNH, RG ou CIN) apresentado em aplicativo oficial ou no gov.br. 
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Os participantes estrangeiros deverão apresentar documento oficial, original e com foto, como passaporte, identidade expedida pelo Ministério da Justiça (inclusive para refugiados), Carteira de Registro Nacional Migratório (CRNM), Documento Provisório de Registro Nacional Migratório (DPRNM), cédula de identidade civil ou documento equivalente emitido por países do Mercosul e associados, ou ainda as versões digitais do CRNM e DPRNM disponíveis no aplicativo Carteira Digital do Migrante. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Inep 

Fonte: Ministério da Educação

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NACIONAL

Encontro discute intersetorialidade na educação integral

A obra “Pensar a Educação Integral desde a Perspectiva da Intersetorialidade: sujeitos, saberes e territórios” será lançada no dia 17 de junho, das 9h às 17h (horário de Brasília), durante a III Reunião Técnica da Cátedra Unesco – A Cidade que Educa e Transforma. O evento, será realizado no auditório do Anexo II do MEC, em Brasília (DF), e contará ainda com transmissão ao vivo no canal da pasta no YouTube. 

A publicação é resultado de uma parceria entre o MEC, a Universidade Federal da Fronteira Sul (Uffs) e a Cátedra Unesco – A Cidade que Educa e Transforma, como parte das ações voltadas ao fortalecimento da educação integral em tempo integral no país. 

O lançamento integra a programação da III Reunião Técnica da Cátedra, que reunirá representantes do poder público, bem como de universidades, redes de ensino e instituições parceiras para debater experiências, desafios e perspectivas relacionados à articulação entre diferentes políticas públicas nos territórios. A abertura da programação será dedicada à apresentação da obra e ao diálogo com seus organizadores e colaboradores, promovendo uma reflexão sobre os fundamentos conceituais e as experiências que deram origem à publicação. 

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Ao longo do evento, especialistas participarão de debate sobre a integração entre educação, cultura, ciência, tecnologia, assistência social e demais políticas públicas que contribuem para a formação integral dos estudantes. A programação também será dedicada à apresentação de experiências concretas desenvolvidas por redes municipais de ensino que vêm construindo estratégias de articulação intersetorial em seus territórios. 

A realização da III Reunião Técnica reforça o compromisso do MEC com a consolidação da educação integral como política pública estruturante da educação básica brasileira. Ao promover o diálogo entre produção acadêmica, formulação de políticas e experiências territoriais, o encontro contribui com o fortalecimento das redes de cooperação e com a construção de estratégias capazes de ampliar a qualidade, equidade e efetividade das ações educacionais em todo o país. 

Conteúdo A publicação é organizada por Jaqueline Moll, Cristiane Jung Abarno, Renata Gerhardt de Barcelos e Thiago Dutra de Camargo e produzida no contexto do Programa Escola em Tempo Integral. A obra reúne pesquisadores, gestores e educadores de diferentes regiões brasileiras para refletir sobre a intersetorialidade como princípio estruturante das políticas de Educação Integral. 

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A obra parte da compreensão de que a educação integral não se limita à ampliação da jornada escolar, mas pressupõe a articulação entre diferentes políticas públicas, saberes e atores sociais, promovendo experiências educativas conectadas às realidades dos territórios. Ao longo de seus capítulos, o livro aborda temas como territórios educativos, educação infantil, educação popular, educação ambiental, participação social, contextos indígenas e memória cultural, contribuindo para a qualificação do debate nacional sobre educação integral e intersetorialidade.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB 

Fonte: Ministério da Educação

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