NACIONAL
“Nenhum país do mundo tem o potencial que o Brasil tem de crescimento”, reforça ministro do Turismo
O ministro do Turismo, Gilson Machado, destacou, nesta quinta-feira (07.01), a potencialidade do Brasil em turismo de natureza que, segundo projeções internacionais, será um dos mais procurados no período pós-pandemia. “Nenhum país do mundo, no período pós-pandemia, tem o potencial que o Brasil tem de crescimento. Porque nesse período o mundo todo está buscando um turismo que tenha mais contato com a natureza, e nenhum país tem a vocação para o turismo de natureza que o Brasil tem”, ressaltou Machado em entrevista à jornalista Leda Nagle.
A íntegra da entrevista, concedida por meio das redes sociais, pode ser conferida AQUI.
Machado enumerou a diversidade do território brasileiro, com dimensões continentais, que pode oferecer as melhores experiências de turismo de natureza. “Somos o único país do mundo com seis biomas: Pantanal, Pampa, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Amazônia. Temos ainda a nossa Amazônia Azul, com mais de 8 mil km de costa. Temos a maior capilaridade hídrica do mundo de rios e lagoas. Temos a maior quantidade de fauna das Américas. Então, a gente vê o potencial que a gente tem”, apontou.
O ministro do Turismo citou ainda ações desenvolvidas pela Pasta, como a liberação histórica de R$ 3 bilhões em socorro ao setor cultural, por meio da Lei Aldir Blanc, cujos recursos ainda podem ser utilizados ao longo deste ano. “Mais de 4 mil municípios, que há mais de 10 anos não tinham nenhuma verba de cultura, receberam agora dinheiro e estão distribuindo para os artistas locais. Atingimos 75% dos municípios do Brasil”, disse.
Machado também aproveitou para destacar a riqueza cultural da música brasileira. “Somos o país mais rico do mundo culturalmente e vamos colocar a cultura brasileira em todo o mundo. O Brasil tem Bossa Nova e tem muito mais. O Brasil tem sertanejo. Tem a maior festa de peão do mundo, a Festa do Peão de Barretos, e de Jaguariúna, que é a segunda maior. Nós temos o samba do Rio; o axé na Bahia; o frevo em Pernambuco; o forró; a catira no Mato Grosso; o boi-bumbá no Amazonas. O Brasil é uma miscelânea de ritmos”, enumerou.
Gilson Machado ainda citou projetos previstos para este ano, como a oferta de capacitação em inglês a profissionais que atuam no setor de turismo, em conjunto com o Ministério da Educação, e a promoção de educação ambiental nas escolas, em parceria com os ministérios da Educação e do Meio Ambiente.
Por fim, Machado enalteceu a sinergia no trabalho executado pelo governo federal. “O nosso governo trabalha incansavelmente. Temos transversalidade, conversamos entre si e um ajuda o outro. Nosso governo é itinerante: mais Brasil e menos Brasília”, concluiu.
Por Amanda Costa
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
NACIONAL
Tocantins acompanha avanço do ensino médio público
Mais estudantes de Tocantins estão avançando e concluindo o ensino médio na rede pública. Entre 2022 e 2025, a taxa de abandono escolar no estado caiu de 3,8% para 1,1%, enquanto a reprovação recuou de 4,4% para 3%. No mesmo período, o indicador que mede o atraso escolar foi reduzido de 23,4% para 10,7%, evidenciando avanços na permanência e na trajetória escolar dos estudantes.
Os dados fazem parte da segunda etapa do Censo Escolar 2025, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do Ministério da Educação (MEC), e divulgada nesta sexta-feira, 26 de junho.
Brasil – Entre 2022 e 2025, a reprovação no ensino médio público caiu 62% no país, o abandono escolar diminuiu 61% e a distorção idade-série, indicador que mede o atraso escolar, foi reduzida em 28%. No mesmo período, a taxa de aprovação cresceu 11%, evidenciando avanços na permanência e no sucesso escolar dos estudantes.
Os novos dados do Censo Escolar 2025 permitem calcular as taxas de rendimento escolar. Todos os indicadores apontam uma trajetória de melhoria do ensino médio público observada desde 2023, período em que o MEC ampliou e implementou programas estruturantes, como o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, o Escola em Tempo Integral e a Estratégia Nacional de Escolas Conectadas, além de avanços no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
O Pé-de-Meia, lançado no início de 2024, é outra política que está contribuindo para a evolução dos indicadores educacionais. Com 76.878 estudantes do Tocantins beneficiados desde a criação do programa, 51,4% são do sexo feminino e 48,6%, do sexo masculino.
“Os resultados demonstram que mais estudantes estão conseguindo permanecer na escola, avançar de série e concluir seus estudos no tempo adequado. O cenário reflete uma combinação de políticas públicas voltadas à permanência, à aprendizagem e ao aprimoramento das condições de oferta da educação básica. Observamos, ainda, uma melhoria simultânea nos indicadores de abandono, repetência e atraso escolar no Brasil”, afirma o ministro da Educação, Leonardo Barchini.
Outros importantes indicadores educacionais também mostram progresso no ensino médio da rede pública. O Enem registrou aumento de 46% nas inscrições realizadas por concluintes de escolas públicas, de 2022 a 2025.
Além disso, nesse período, mais estudantes têm conseguido permanecer no ensino médio. “Um resultado novo, produzido pelo Inep, observa o que aconteceu com os estudantes que deveriam voltar à escola no ano seguinte e indica que a taxa de não retorno ao ensino médio caiu 28% entre 2022 e 2025, o que significa que mais jovens permaneceram estudando. Esse avanço faz bastante diferença: se esse indicador tivesse permanecido no nível observado em 2022, o Brasil teria, em 2025, quase 250 mil estudantes a menos no ensino médio – ou seja, um número muito grande de jovens que poderia estar fora da escola seguiu estudando”, explica Manuel Palacios, presidente do Inep.
Pnad – Dados apurados por outras instituições de pesquisa também corroboram a melhoria no ensino médio da rede pública. Mais estudantes estão em sala de aula, conforme os dados da Pnad Contínua Educação 2025, recentemente divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Houve aumento na taxa ajustada de frequência escolar líquida entre os jovens, que passou de 76,8% em 2024 para 80,6% em 2025, o maior valor da série histórica desde 2016.
Com isso, de 2024 a 2025, a proporção de jovens de 15 a 17 anos fora do ensino médio caiu de 23,2% para 19,4%. A redução equivale a 16,3%, registrada em apenas um ano, e supera a observada nos quatro anos anteriores. De 2019 a 2022, a proporção de jovens fora do ensino médio caiu de 28,6% para 24,7%, ou seja, uma queda de 13% em quatro anos.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Inep
Fonte: Ministério da Educação
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