NACIONAL
COP30: MEC debate educação para a sustentabilidade em reunião
Na quinta-feira, 13 de novembro, o Ministério da Educação (MEC) esteve presente no 3rd Annual Meeting of the Greening Education Partnership (GEP), que aconteceu no Espaço Unamaz, na Zona Verde da COP30, em Belém (PA). O foco do evento foi a educação para a sustentabilidade e a resiliência climática, que ganhou relevância central na agenda da COP30.
A pasta foi representada pelo assessor especial para Assuntos Internacionais, Felipe Heimburger, que destacou a importância das ferramentas de cooperação internacional para a educação ambiental e da necessidade de escuta das populações locais. “A cooperação para a promoção da educação ambiental escolar é fundamental para consolidar o caminho de desenvolvimento sustentável”.
Esses compromissos devem orientar a atuação da Parceria Educação Verde (GEP), criada em 2022 após a Cúpula da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a Transformação da Educação, que buscou integrar os temas sustentabilidade e a resiliência climática nos sistemas educacionais em nível global.
Desde a sua criação, a Parceria Educação Verde (GEP) tem trabalhado para incorporar a sustentabilidade e a resiliência climática nos sistemas de educação em todo o mundo. Com base nas reuniões anteriores realizadas durante a COP27, COP28 e COP29, a edição deste ano se destacou pelo protagonismo do Brasil, que colocou a educação ambiental escolar no centro da agenda da COP30.
O encontro internacional ressaltou iniciativas brasileiras de sucesso em educação para o desenvolvimento sustentável. A programação incluiu a apresentação de exemplos inspiradores de diversos países e visita da secretária de Educação Básica do MEC, Katia Schweickardt, e do secretário-executivo adjunto, Rodolfo Cabral, ao Centro de Inovação e Sustentabilidade da Educação Básica (CISEB), da Escola Estadual Marechal Cordeiro de Farias. Organizada pela Secretaria de Educação do Pará, a pedido da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a visita exemplificou como a sustentabilidade pode ser incorporada, na prática, ao ambiente de aprendizagem. O evento também serviu de vitrine para as realizações da GEP, incluindo o lançamento de um painel de dados global e a apresentação de seus programas de capacitação em andamento.
Participantes de todo o mundo debateram estratégias concretas para impulsionar o investimento e a ação coordenada em prol da educação verde com o objetivo central de reafirmar o papel indispensável da formação dos professores no enfrentamento da crise climática para fortalecer o compromisso coletivo na construção de um futuro mais sustentável, inclusivo e resiliente.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Assessoria Internacional (AI)
Fonte: Ministério da Educação
NACIONAL
Do doce de cacto ao tucupi negro: Salão do Turismo transforma Fortaleza em uma viagem pelos sabores do Brasil
Quem visitou o Salão do Turismo, em Fortaleza, conseguiu viajar pelo Brasil sem sair do Centro de Eventos do Ceará. Bastava seguir o cheiro do café do Espírito Santo, experimentar um doce de cacto da Paraíba, provar uma geleia de torresmo de Santa Catarina ou descobrir aromas amazônicos no estande do Amapá. Ao longo dos três dias de evento, a gastronomia virou uma das principais experiências do Salão.
Realizado pelo Ministério do Turismo (MTur), pela primeira vez no Nordeste, o evento reuniu os 26 estados e o Distrito Federal em uma programação que conectou turismo, cultura, artesanato e sabores regionais.
Sabores com histórias
No estande da Paraíba, um dos produtos que mais despertou curiosidade foi o doce de palma, preparado a partir do cacto usado tradicionalmente na alimentação animal no sertão. Na culinária local, o ingrediente ganhou coco e virou sobremesa típica.
“É algo surpreendente pra quem prova pela primeira vez”, contou José Orlando, interlocutor de turismo de São José de Princesa. O município também apresentou trilhas, restaurantes típicos e experiências ligadas ao turismo rural e quilombola.
No espaço do Amapá, a proposta foi apresentar a chamada “culinária do meio do mundo”, marcada por ingredientes amazônicos e técnicas tradicionais da região. Entre os destaques estavam sobremesas feitas com cumaru, conhecido como a “baunilha da Amazônia”, além de pratos elaborados com tucupi negro, peixes regionais e castanha-do-brasil.
“A floresta nos dá aromas, sabores e cores únicos. A gente trabalha com produtos da região e valoriza técnicas locais”, explicou Sandro Belo, presidente da Abrasel, no Amapá.
Já Santa Catarina apostou em produtos típicos do Vale Europeu, como bala de banana, geleias artesanais, salames italianos e até uma geleia feita à base de torresmo moído, tradição ligada à imigração europeia e à agricultura familiar do estado.
Vitrine nacional para pequenos produtores
No Armazém da Agricultura Familiar, pequenos produtores, de diferentes regiões do país, apresentaram doces, pimentas, queijos, molhos artesanais, cachaças e produtos típicos do Cerrado e do sertão nordestino.
Do Ceará, Katiuce Guerreiro levou produtos de um grupo que trabalha com turismo de base comunitária e sítios arqueológicos. “Quando a gente participa de um evento desse tamanho, o produto deixa de ser conhecido só localmente e passa a ter visibilidade nacional”, afirmou.
Já a Cooperativa Floryá, de Goiás, chamou atenção por causa dos sabores do Cerrado, como molhos artesanais, pastas de baru, mel de flor de laranjeira, cachaças e produtos feitos a partir de ingredientes típicos da região.
A história das produtoras também se destacou: formada exclusivamente por mulheres, a iniciativa nasceu durante a pandemia, quando agricultoras da região passaram a enfrentar dificuldades para comercializar os alimentos.
“A gente começou com um delivery de cestas básicas porque tinha produção parada e famílias passando necessidade. Depois, as mulheres perceberam que podiam produzir, vender e conquistar independência financeira”, contou Ana Caroline, gerente de projetos de inclusão da cooperativa.
Salão do Turismo
Realizado pela primeira vez no Nordeste, em Fortaleza, o 10º Salão do Turismo reuniu representantes dos 26 estados e do Distrito Federal em uma programação voltada à promoção de destinos, experiências e negócios. Ao longo de três dias, o evento promoveu palestras, rodadas de negócios, apresentações culturais, espaços gastronômicos e exposições de artesanato, além de debates sobre inovação, sustentabilidade, conectividade aérea, turismo de base comunitária e estratégias para o setor.
A edição também marcou o fortalecimento das políticas de incentivo ao turismo interno e da integração entre poder público, iniciativa privada e comunidades locais, reforçando o papel do turismo como motor de desenvolvimento econômico, geração de emprego e valorização da diversidade brasileira.
Por Natália Moraes
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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